sábado, 29 de novembro de 2014

Matriz wivini GARRAFEIRA ONLINE




A Wivini é uma garrafeira online, que visa descomplicar o processo de compra de vinhos e destilados, com uma equipa dedicada e focada no cliente.

Queremos ser a sua loja online de vinhos e destilados.

A wivini vem por este meio apresentar uma ideia inovadora.

A sofisticada matriz wivini, a melhor forma de descobrir vinhos com uma excelente relação qualidade/preço.
Estamos ainda a enriquecer a matriz-wivini, juntando as cotações dos "críticos de referência" aos nossos produtos.

A matriz wivini foi concebida para dar aos utilizadores da Garrafeira Online Wivini - Loja de vinhos e destilados uma ferramenta que possibilitará uma escolha mais acertada de vinhos portugueses.
Visto isto, e como já há a possibilidade de escolher um vinho na Garrafeira Online Wivini - Loja de vinhos e destilados, por filtragem de “preço”, “país”, “região”, “produtor”, “castas”, “cor”, “estilo” e “harmonização”, porque não haver também a possibilidade de “pontuação/preço”?
Existe atualmente, revistas que aconselham determinados vinhos com a designação de “Boa compra” ou por “estrelas” e mesmo pela a palavra “recomendado”. No entanto essas avaliações são, como se pensa: O que é a qualidade para cada uma das pessoas? Qualidade ou gosto pessoal? Confunde-se muitas vezes. O que é barato?”, é partindo desse sobreposto que a Garrafeira Online Wivini - Loja de vinhos e destilados, aplica dados concretos, ou seja, uma formula matemática.

Utilizamos a pontuação dada por vários “críticos” de vinhos, mesmo os amadores a um determinado vinho/referência e fazemos a média aritmética. Esse resultado, esse valor, fica a ser o resultado referência para esse vinho como a nossa definição de “qualidade/pontuação”.
Esta definição de “qualidade/pontuação” é o resultado matemático de várias opiniões/pontuação, que pensamos irá dar resposta a muitas observações: como se compõe a relação, sendo que o padrão de exigência de qualidade, de preferência gustativa, de conhecimento enófilo, de lugar no conjunto dos interesses, da disponibilidade financeira e flexibilidade em gastar mais.

A Garrafeira Online Wivini - Loja de vinhos e destilados, com esse resultado, “qualidade/PONTUAÇÃO”, aplica a referência preço. O preço que é praticado na Garrafeira Online Wivini - Loja de vinhos e destilados.

Ou seja, colocamos cada um dos vinhos num gráfico em que os eixos representam a pontuação (na vertical) e o preço (na horizontal). O padrão dos pontos não irão surpreender: vinhos mais caros têm, em média, melhores pontuações.

A obtenção do gráfico “Pontuação/Preço” só por si não nos diz qual a melhor compra. Então, aplicamos a linha interpolação que nos permite construir um novo conjunto de dados a partir de um conjunto discreto de dados pontuais previamente conhecidos.
NOTA: se esses dados (pontuação e/ou preço) forem alterados pelos “críticos/Produtores” o próprio gráfico alterasse, automaticamente consoante as alterações introduzidas.

Assim ficamos com um catalogo de vinhos classificados em 3 níveis.
Nível 1 – vinhos que representam uma boa compra, pois têm pontuações superiores à média dos vinhos com preço idêntico.
Nível 2 – vinhos onde a relação qualidade(pontuação)/preço é muito boa
Nível 3 – vinhos que, no seu escalão de preços têm uma qualidade muito acima dos restantes.

Posteriormente dividimos a área “acima da média” em 3 zonas:
1 – Acima da média
2- Bastante acima da média
3 – Muito acima da média

Ao pesquisar um vinho na Garrafeira Online Wivini - Loja de vinhos e destilados tem à sua disposição, para além da filtragem por “preço”, “país”, “região”, “produtor”, “castas”, “cor”, “estilo” e “harmonização” tem também este novo e inovador método de escolha de vinho.
É através de um incon, criado pela wivini, que para além de ter cores diferentes também tem um texto que nos informa em que nível se situa esse vinho.


Para mais esclarecimentos, por favor contactar Paulo Sousa, 917241333.

http://www.wivini.com/index.php/matriz-wivini

domingo, 9 de março de 2014

HERDADE FONTE PAREDES | AVIS | ALENTEJO

Vamos conhecer um pouco da HERDADE FONTE PAREDES, sediada em Avis e produtora de reconhecidos vinhos de qualidade.

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Prova de tintos

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

‘Carvalhas Tinta Francisca 2011’: novidade nos topos de gama da Real Companhia Velha



3.000 garrafas de um vinho bastante original e sofisticado


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Dois tintos e um branco formam trilogia de luxo da marca ‘Carvalhas’

Carvalhas é o nome da quinta mais emblemática – situada na encosta da margem esquerda do rio Douro em frente ao Pinhão – da Real Companhia Velha e, por isso mesmo, é também a sua marca de vinhos topo de gama. Lançada em 2012 com um branco e um tinto da colheita de 2010, o ano de 2013 vê chegarem ao mercado as referências de 2011. Se estes néctares já conquistaram a crítica e os consumidores, a expectativa recai agora para o (novo) ‘Carvalhas Tinta Francisca tinto 2011’, um monocasta que “encerra” uma trilogia de luxo com a assinatura do enólogo Jorge Moreira.

Cem por cento produzido com uvas da casta que lhe dá nome, o ‘Carvalhas Tinta Francisca tinto 2011’ é um vinho bastante original e sofisticado, do qual foram produzidas apenas 3.000 garrafas. De aroma intenso e fresco, onde se salientam as notas de frutos do bosque e ligeiras impressões vegetais, criando uma notável complexidade. Intenso de sabores, com muita presença, no entanto, mostra-se extremamente elegante e termina com um final longo e fresco e muito macio.

A Tinta Francisca é uma casta muito presente nas Vinhas Velhas do Douro e, por conseguinte, na Quinta das Carvalhas. Após um aprofundado estudo, a equipa de vitivinicultura da Companhia levou a cabo um trabalho de recuperação do seu cultivo de forma a produzir um topo de gama desta nobre casta.

Segundo Pedro Silva Reis, Presidente da Real Companhia Velha, “atraiu-nos a possibilidade de criar um vinho com um estilo diferente do habitual, aromaticamente muito atraente, de estrutura mediana, perfil elegante, mas de grande intensidade. Enfim, procurámos um novo Douro através de uma casta muito antiga”. A Companhia vem, através deste vinho, mais uma vez mostrar o seu vasto potencial de experimentação e de concretização de propostas diferenciadoras.


Preços de Venda ao Público (garrafas de 750 ml):
Carvalhas Tinta Francisca tinto 2011 - € 40,00
Carvalhas tinto 2011 - € 50,00
Carvalhas branco 2011 - € 22,50


Sobre a Quinta das Carvalhas:
A Quinta das Carvalhas situa-se no concelho de São João da Pesqueira, tendo uma posição predominante na encosta da margem esquerda do rio Douro virada para o Pinhão. Cobre toda a colina e ocupa também uma parte da encosta superior da margem direita do rio Torto. O ponto mais alto – onde está a “Casa Redonda” – está a 550 metros de altitude e é o local ideal desfrutar de uma paisagem a 360 graus. É, sem dúvida, o ponto de "excelência" para a observação da propriedade (e do Douro). Permite uma amostragem do território e do que mais belo o Douro tem para mostrar: dificilmente num outro local se consegue ver tanto em tão pouco tempo.
Visitar a Quinta das Carvalhas é ver o Douro por dentro – com os trabalhos da vinha (como a poda, a escava ou a vindima), a apanha da azeitona ou a reconstrução dos tradicionais muros de xisto – e os melhores ângulos da sua paisagem. É ver vinhas com mais de 80 anos e encostas com 70 graus de declive; é admirar o rio Douro; é desfrutar de fauna e da flora em simbiose: pela Quinta das Carvalhas estão espalhados jardins, construídos com pedras de granito antigas e esteiros de xisto e onde foram plantadas várias espécies de flores, plantas e ervas aromáticas.
Uma propriedade de enorme beleza e espectacularidade cuja referência escrita mais antiga que se conhece data de 1759, embora tenha sido mais recente a sua expansão para os actuais 600 hectares, através da aquisição e posterior emparcelamento de diversas propriedades subjacentes. Integrou o portefólio de quintas da Real Companhia Velha na década de 1950.


Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP

(joanapratas@joanapratas.com ou joanapratas.com@gmail.com | 93 779 00 05)

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

QUINTA DOS GRILOS | 2004


QUINTA DOS GRILOS | 2004


Vinho tinto 2004 | DOC | Dão
Teor alcoólico: 13%
Estágio: 6 meses barricas de carvalho francês
Castas: Touriga Nacional, Alfrocheiro e Tinta Roriz


Fui encontrar perdido na minha garrafeira um “Quinta dos Grilos de 2004”. Pela idade e características do vinho resolvi não esperar mais tempo e abri a garrafa.

Perdeu com certeza grande parte dos atributos iniciais, mas este vinho de 2004, balanceava uma cor rubi escura com laivos acastanhados. De aromas a frutos bastante discretos mas ainda bastante agradável. Notas de frutos vermelhos maduros , balsâmico, vegetal e notas de madeira.

Na boca apresentava estrutura média, fresco, redondo, de acidez ainda equilibrada.


A avaliar para a idade ainda está agradável mas é um vinho para beber bastante mais jovem.












quinta-feira, 24 de outubro de 2013

‘Três Bagos tinto 2011’: carácter frutado do Douro e elegância de mãos dadas

Lavradores de Feitoria com nova colheita no mercado



A Lavradores de Feitoria – um projecto único criado há 13 anos e que hoje em dia reúne 16 produtores e 20 quintas espalhadas pelas três sub-regiões do Douro – lança o seu mais recente tinto, o ‘Três Bagos’ da colheita de 2011. São 70.000 mil garrafas que agora chegam ao mercado e que encerram em si um delicioso néctar, ideal para acompanhar pratos de carne branca, carne vermelha, caça de pena e alguns pratos de caça de pêlo.

Um vinho que tem evoluído lado a lado com a Lavradores de Feitoria; esta é a décima segunda colheita deste que é um blend de três castas autóctones: Tinta Roriz, Touriga Nacional e Touriga Franca. Um tinto criado com o objectivo de exaltar a tipicidade da região demarcada do Douro – através da presença de fruta vermelha madura – aliada a um perfil internacional, apreciado pelo mundo, actualmente nos 23 mercados onde está presente.

Um tinto de cor vermelho vivo quase opaca. O aroma é elegante e bastante complexo, com a madeira discreta e bem casada com o vinho, predominando, no entanto, o carácter de fruta vermelha bem madura do tipo ameixa preta e amora. No paladar é muito saboroso, encorpado, complexo, apresenta fruta bem madura, com taninos macios e aveludados, suportados por boa acidez, que lhe confere um excelente equilíbrio e um final fino e bastante longo.

Proveniente de vinhas com cerca de 30 anos, plantadas em solos xistosos, as uvas são vindimadas à mão, sendo posteriormente uma parte vinificada em inox e a restante em lagares. Também o estágio é partilhado, ou seja, em inox e barricas de carvalho francês, pretendendo-se desta forma preservar o carácter frutado dos vinhos do Douro.

Com um preço de venda recomendado de € 6,50, o ‘Três Bagos tinto 2011’ é um vinho para ser bebido jovem, muito embora prometa longevidade, reflectindo a sua qualidade (e da gama).

Sobre a Lavradores de Feitoria:
A Lavradores de Feitoria, Vinhos de Quinta S.A. é um projecto único, criado em Setembro de 2000 e que resultou da união de 15 produtores, proprietários de 18 quintas distribuídas pelos melhores terroirs do Douro, repartidas pelas três sub-regiões (Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior). Actualmente compõe a estrutura da empresa: 47 accionistas, dos quais 16 são produtores, e 20 quintas. Juntos, somam uma área total de vinha superior a 600 hectares. Estes produtores – com participações distintas no capital da empresa, sob uma só marca, uma só adega e uma só equipa de enologia – juntaram-se para partilhar recursos e criar sinergias de forma a conseguirem o que sozinhos não conseguiriam. Pela primeira vez no Douro, um grupo de convictos durienses associou saberes e experiências, inovação e tradição. Um esforço conjunto e solidário que marcou uma nova época para o Douro. Partilha e associativismo, concertados de uma forma moderna, razoável e inteligente, são os valores subjacentes à Lavradores de Feitoria. O objectivo foi, desde o início, o de criar vinhos equilibrados, elegantes e com potencial de envelhecimento, tendo por base um compromisso declarado com a excelência e tradição do Douro. Todos os vinhos da Lavradores de Feitoria – desde o grande consumo até à grande guarda – são equilibrados, elegantes e orientados para a boa gastronomia, mas sempre com um cunho do carácter do Douro. Na Lavradores de Feitoria são produzidos vinhos de lote e o que chamamos vinhos de terroir. Os primeiros – sob as marcas Lavradores de Feitoria Douro, Gadiva e Três Bagos – são feitos a partir de uma rigorosa selecção das uvas das diversas quintas e revelam a complexidade, a riqueza e a tradição de lote dos vinhos do Douro. Já os vinhos de terroir, nos quais se incluem as marcas Meruge e Quinta da Costa das Aguaneiras, pretendem reflectir o carácter e individualidade de uma determinada parcela de vinha.


Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP

(joanapratas@joanapratas.com ou joanapratas.com@gmail.com | 93 779 00 05)