domingo, 9 de Março de 2014

HERDADE FONTE PAREDES | AVIS | ALENTEJO

Vamos conhecer um pouco da HERDADE FONTE PAREDES, sediada em Avis e produtora de reconhecidos vinhos de qualidade.

video

Prova de tintos

video




segunda-feira, 13 de Janeiro de 2014

‘Carvalhas Tinta Francisca 2011’: novidade nos topos de gama da Real Companhia Velha



3.000 garrafas de um vinho bastante original e sofisticado


·        
Dois tintos e um branco formam trilogia de luxo da marca ‘Carvalhas’

Carvalhas é o nome da quinta mais emblemática – situada na encosta da margem esquerda do rio Douro em frente ao Pinhão – da Real Companhia Velha e, por isso mesmo, é também a sua marca de vinhos topo de gama. Lançada em 2012 com um branco e um tinto da colheita de 2010, o ano de 2013 vê chegarem ao mercado as referências de 2011. Se estes néctares já conquistaram a crítica e os consumidores, a expectativa recai agora para o (novo) ‘Carvalhas Tinta Francisca tinto 2011’, um monocasta que “encerra” uma trilogia de luxo com a assinatura do enólogo Jorge Moreira.

Cem por cento produzido com uvas da casta que lhe dá nome, o ‘Carvalhas Tinta Francisca tinto 2011’ é um vinho bastante original e sofisticado, do qual foram produzidas apenas 3.000 garrafas. De aroma intenso e fresco, onde se salientam as notas de frutos do bosque e ligeiras impressões vegetais, criando uma notável complexidade. Intenso de sabores, com muita presença, no entanto, mostra-se extremamente elegante e termina com um final longo e fresco e muito macio.

A Tinta Francisca é uma casta muito presente nas Vinhas Velhas do Douro e, por conseguinte, na Quinta das Carvalhas. Após um aprofundado estudo, a equipa de vitivinicultura da Companhia levou a cabo um trabalho de recuperação do seu cultivo de forma a produzir um topo de gama desta nobre casta.

Segundo Pedro Silva Reis, Presidente da Real Companhia Velha, “atraiu-nos a possibilidade de criar um vinho com um estilo diferente do habitual, aromaticamente muito atraente, de estrutura mediana, perfil elegante, mas de grande intensidade. Enfim, procurámos um novo Douro através de uma casta muito antiga”. A Companhia vem, através deste vinho, mais uma vez mostrar o seu vasto potencial de experimentação e de concretização de propostas diferenciadoras.


Preços de Venda ao Público (garrafas de 750 ml):
Carvalhas Tinta Francisca tinto 2011 - € 40,00
Carvalhas tinto 2011 - € 50,00
Carvalhas branco 2011 - € 22,50


Sobre a Quinta das Carvalhas:
A Quinta das Carvalhas situa-se no concelho de São João da Pesqueira, tendo uma posição predominante na encosta da margem esquerda do rio Douro virada para o Pinhão. Cobre toda a colina e ocupa também uma parte da encosta superior da margem direita do rio Torto. O ponto mais alto – onde está a “Casa Redonda” – está a 550 metros de altitude e é o local ideal desfrutar de uma paisagem a 360 graus. É, sem dúvida, o ponto de "excelência" para a observação da propriedade (e do Douro). Permite uma amostragem do território e do que mais belo o Douro tem para mostrar: dificilmente num outro local se consegue ver tanto em tão pouco tempo.
Visitar a Quinta das Carvalhas é ver o Douro por dentro – com os trabalhos da vinha (como a poda, a escava ou a vindima), a apanha da azeitona ou a reconstrução dos tradicionais muros de xisto – e os melhores ângulos da sua paisagem. É ver vinhas com mais de 80 anos e encostas com 70 graus de declive; é admirar o rio Douro; é desfrutar de fauna e da flora em simbiose: pela Quinta das Carvalhas estão espalhados jardins, construídos com pedras de granito antigas e esteiros de xisto e onde foram plantadas várias espécies de flores, plantas e ervas aromáticas.
Uma propriedade de enorme beleza e espectacularidade cuja referência escrita mais antiga que se conhece data de 1759, embora tenha sido mais recente a sua expansão para os actuais 600 hectares, através da aquisição e posterior emparcelamento de diversas propriedades subjacentes. Integrou o portefólio de quintas da Real Companhia Velha na década de 1950.


Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP

(joanapratas@joanapratas.com ou joanapratas.com@gmail.com | 93 779 00 05)

quarta-feira, 6 de Novembro de 2013

QUINTA DOS GRILOS | 2004


QUINTA DOS GRILOS | 2004


Vinho tinto 2004 | DOC | Dão
Teor alcoólico: 13%
Estágio: 6 meses barricas de carvalho francês
Castas: Touriga Nacional, Alfrocheiro e Tinta Roriz


Fui encontrar perdido na minha garrafeira um “Quinta dos Grilos de 2004”. Pela idade e características do vinho resolvi não esperar mais tempo e abri a garrafa.

Perdeu com certeza grande parte dos atributos iniciais, mas este vinho de 2004, balanceava uma cor rubi escura com laivos acastanhados. De aromas a frutos bastante discretos mas ainda bastante agradável. Notas de frutos vermelhos maduros , balsâmico, vegetal e notas de madeira.

Na boca apresentava estrutura média, fresco, redondo, de acidez ainda equilibrada.


A avaliar para a idade ainda está agradável mas é um vinho para beber bastante mais jovem.












quinta-feira, 24 de Outubro de 2013

‘Três Bagos tinto 2011’: carácter frutado do Douro e elegância de mãos dadas

Lavradores de Feitoria com nova colheita no mercado



A Lavradores de Feitoria – um projecto único criado há 13 anos e que hoje em dia reúne 16 produtores e 20 quintas espalhadas pelas três sub-regiões do Douro – lança o seu mais recente tinto, o ‘Três Bagos’ da colheita de 2011. São 70.000 mil garrafas que agora chegam ao mercado e que encerram em si um delicioso néctar, ideal para acompanhar pratos de carne branca, carne vermelha, caça de pena e alguns pratos de caça de pêlo.

Um vinho que tem evoluído lado a lado com a Lavradores de Feitoria; esta é a décima segunda colheita deste que é um blend de três castas autóctones: Tinta Roriz, Touriga Nacional e Touriga Franca. Um tinto criado com o objectivo de exaltar a tipicidade da região demarcada do Douro – através da presença de fruta vermelha madura – aliada a um perfil internacional, apreciado pelo mundo, actualmente nos 23 mercados onde está presente.

Um tinto de cor vermelho vivo quase opaca. O aroma é elegante e bastante complexo, com a madeira discreta e bem casada com o vinho, predominando, no entanto, o carácter de fruta vermelha bem madura do tipo ameixa preta e amora. No paladar é muito saboroso, encorpado, complexo, apresenta fruta bem madura, com taninos macios e aveludados, suportados por boa acidez, que lhe confere um excelente equilíbrio e um final fino e bastante longo.

Proveniente de vinhas com cerca de 30 anos, plantadas em solos xistosos, as uvas são vindimadas à mão, sendo posteriormente uma parte vinificada em inox e a restante em lagares. Também o estágio é partilhado, ou seja, em inox e barricas de carvalho francês, pretendendo-se desta forma preservar o carácter frutado dos vinhos do Douro.

Com um preço de venda recomendado de € 6,50, o ‘Três Bagos tinto 2011’ é um vinho para ser bebido jovem, muito embora prometa longevidade, reflectindo a sua qualidade (e da gama).

Sobre a Lavradores de Feitoria:
A Lavradores de Feitoria, Vinhos de Quinta S.A. é um projecto único, criado em Setembro de 2000 e que resultou da união de 15 produtores, proprietários de 18 quintas distribuídas pelos melhores terroirs do Douro, repartidas pelas três sub-regiões (Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior). Actualmente compõe a estrutura da empresa: 47 accionistas, dos quais 16 são produtores, e 20 quintas. Juntos, somam uma área total de vinha superior a 600 hectares. Estes produtores – com participações distintas no capital da empresa, sob uma só marca, uma só adega e uma só equipa de enologia – juntaram-se para partilhar recursos e criar sinergias de forma a conseguirem o que sozinhos não conseguiriam. Pela primeira vez no Douro, um grupo de convictos durienses associou saberes e experiências, inovação e tradição. Um esforço conjunto e solidário que marcou uma nova época para o Douro. Partilha e associativismo, concertados de uma forma moderna, razoável e inteligente, são os valores subjacentes à Lavradores de Feitoria. O objectivo foi, desde o início, o de criar vinhos equilibrados, elegantes e com potencial de envelhecimento, tendo por base um compromisso declarado com a excelência e tradição do Douro. Todos os vinhos da Lavradores de Feitoria – desde o grande consumo até à grande guarda – são equilibrados, elegantes e orientados para a boa gastronomia, mas sempre com um cunho do carácter do Douro. Na Lavradores de Feitoria são produzidos vinhos de lote e o que chamamos vinhos de terroir. Os primeiros – sob as marcas Lavradores de Feitoria Douro, Gadiva e Três Bagos – são feitos a partir de uma rigorosa selecção das uvas das diversas quintas e revelam a complexidade, a riqueza e a tradição de lote dos vinhos do Douro. Já os vinhos de terroir, nos quais se incluem as marcas Meruge e Quinta da Costa das Aguaneiras, pretendem reflectir o carácter e individualidade de uma determinada parcela de vinha.


Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP

(joanapratas@joanapratas.com ou joanapratas.com@gmail.com | 93 779 00 05)

PNC chega ao mercado dos vinhos e do azeite com a marca h’OUr

Joana Pratas e João Nápoles de Carvalho criam projecto no Douro



PNC é a sigla da empresa Parceiros Na Criação, mas são também as iniciais dos apelidos do jovem casal Joana Pratas e João Nápoles de Carvalho – e da filha de ambos, Maria Teresa –, parceiros na criação de um novo projecto de produção e comercialização de vinhos e azeite de quinta. Apostar na qualidade em detrimento da quantidade é o que procura este pequeno produtor duriense.

A PNC chega agora ao mercado com três referências, um tinto da colheita de 2010 e um branco e um azeite, ambos de 2012, todos sob a mesma marca: h’OUR. Vinhos e azeite vão estar em prova no ‘Mercado de Vinhos’ no Campo Pequeno, em Lisboa, de 01 a 03 de Novembro, entre as 11h30 e as 21h30.

“O nome surgiu de forma espontânea, uma vez que antes de pensarmos sequer numa marca nos referíamos a “ele” como “o nosso vinho”. Daí à marca h’OUR, com o duplo significado de “hour” (hora) e de “our” (nosso), foi um passinho!.”, desvenda Joana Pratas. A adopção de um nome em inglês prende-se com a aposta no mercado externo, sem nunca “abandonar” o nacional. “Afinal, foi aqui que decidimos criar o nosso projecto”, salienta a responsável de comunicação da PNC.

Duriense de família e de coração, João Nápoles de Carvalho sempre teve um carinho muito especial pela região. Viveu parte da sua infância em Barcos, concelho de Tabuaço, tendo voltado ao Douro para cursar Gestão Agrária na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e tirar o curso de jovem agricultor. Quando o pai e o tio fizeram partilhas, João decidiu assumir a gestão e a produção da propriedade do pai, o que nos remete para o ano de 1996. O gosto pela terra e a vontade de dar continuado ao legado da família fê-lo despertar para a sua verdadeira vocação: a agricultura. Juntamente com a mulher – que, para casar, deixou Lisboa e rumou ao Douro, lançando-se num novo desafio profissional como consultora em comunicação e relações públicas –, achou que seria a altura ideal para fazer o gosto ao dedo e passar da produção de uva e olival à produção e comercialização de vinho e azeite. Foi então que começaram a desenhar este projecto... 

“Chegou a hora de partilhar o que é nosso... O nosso que queremos que seja vosso!!” é o conceito que está por detrás da marca h’OUR, cuja identidade gráfica nos remete para o fruto (a uva redonda e as suas grainhas), o relógio, a partilha e a união, quer na criação, quer na degustação.

SOBRE OS VINHOS E O AZEITE

h’OUR branco 2012 | 1333 garrafas | € 7,10
Um DOC Douro feito a partir de vinhas velhas, nas quais se destaca a presença de Códega, Rabigato e Viosinho, e Verdelho, plantadas em altitude (450 a 550 metros), o que lhe confere uma boa acidez. Um branco citrino esverdeado, com carácter floral e frutado, nuances de flores brancas e toque de aromas exóticos em fundo. Intenso e agradável, entra fresco e frutado, pleno de sabores exóticos e florais. Com uma acidez vibrante, bem envolvida pelo corpo e volume, termina longo, intenso e com grande frescura.

h’OUR tinto 2010 | 3066 garrafas | € 9,10
Um tinto que conjuga uvas de vinhas com idades entre os 35 e 60 anos de duas sub-regiões: de Barcos, no Cima Corgo e de Valdigem, no Baixo Corgo. Às uvas, maioritariamente, de Vinhas Velhas, juntaram-se Touriga Nacional e Sousão, originando um tinto vermelho rubi, intenso e dominado por frutos pretos, especiarias e cacau. No paladar, o h’OUR tinto 2010 é frutado, apresentando ligeiras sensações balsâmicas e abaunilhadas. Tem taninos pujantes, advindos do estágio em barrica. O final de boca é longo e secante.

h’OUR Azeite Virgem Extra | 300 garrafas | € 5,50
É um azeite de categoria superior obtido unicamente por processos mecânicos e produzido com azeitonas de oliveiras centenárias e autóctones, onde predominam as variedades Cobrançosa, Madural, Negrinha e Verdeal. A azeitona foi colhida manualmente e transportada directamente para o lagar onde o azeite foi extraído a baixas temperaturas.

Site: www.parceirosnacriacao.pt

Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e Relações Públicas

(joanapratas@joanapratas.com ou joanapratas.com@gmail.com | 93 779 00 05)