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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

‘Carvalhas Tinta Francisca 2011’: novidade nos topos de gama da Real Companhia Velha



3.000 garrafas de um vinho bastante original e sofisticado


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Dois tintos e um branco formam trilogia de luxo da marca ‘Carvalhas’

Carvalhas é o nome da quinta mais emblemática – situada na encosta da margem esquerda do rio Douro em frente ao Pinhão – da Real Companhia Velha e, por isso mesmo, é também a sua marca de vinhos topo de gama. Lançada em 2012 com um branco e um tinto da colheita de 2010, o ano de 2013 vê chegarem ao mercado as referências de 2011. Se estes néctares já conquistaram a crítica e os consumidores, a expectativa recai agora para o (novo) ‘Carvalhas Tinta Francisca tinto 2011’, um monocasta que “encerra” uma trilogia de luxo com a assinatura do enólogo Jorge Moreira.

Cem por cento produzido com uvas da casta que lhe dá nome, o ‘Carvalhas Tinta Francisca tinto 2011’ é um vinho bastante original e sofisticado, do qual foram produzidas apenas 3.000 garrafas. De aroma intenso e fresco, onde se salientam as notas de frutos do bosque e ligeiras impressões vegetais, criando uma notável complexidade. Intenso de sabores, com muita presença, no entanto, mostra-se extremamente elegante e termina com um final longo e fresco e muito macio.

A Tinta Francisca é uma casta muito presente nas Vinhas Velhas do Douro e, por conseguinte, na Quinta das Carvalhas. Após um aprofundado estudo, a equipa de vitivinicultura da Companhia levou a cabo um trabalho de recuperação do seu cultivo de forma a produzir um topo de gama desta nobre casta.

Segundo Pedro Silva Reis, Presidente da Real Companhia Velha, “atraiu-nos a possibilidade de criar um vinho com um estilo diferente do habitual, aromaticamente muito atraente, de estrutura mediana, perfil elegante, mas de grande intensidade. Enfim, procurámos um novo Douro através de uma casta muito antiga”. A Companhia vem, através deste vinho, mais uma vez mostrar o seu vasto potencial de experimentação e de concretização de propostas diferenciadoras.


Preços de Venda ao Público (garrafas de 750 ml):
Carvalhas Tinta Francisca tinto 2011 - € 40,00
Carvalhas tinto 2011 - € 50,00
Carvalhas branco 2011 - € 22,50


Sobre a Quinta das Carvalhas:
A Quinta das Carvalhas situa-se no concelho de São João da Pesqueira, tendo uma posição predominante na encosta da margem esquerda do rio Douro virada para o Pinhão. Cobre toda a colina e ocupa também uma parte da encosta superior da margem direita do rio Torto. O ponto mais alto – onde está a “Casa Redonda” – está a 550 metros de altitude e é o local ideal desfrutar de uma paisagem a 360 graus. É, sem dúvida, o ponto de "excelência" para a observação da propriedade (e do Douro). Permite uma amostragem do território e do que mais belo o Douro tem para mostrar: dificilmente num outro local se consegue ver tanto em tão pouco tempo.
Visitar a Quinta das Carvalhas é ver o Douro por dentro – com os trabalhos da vinha (como a poda, a escava ou a vindima), a apanha da azeitona ou a reconstrução dos tradicionais muros de xisto – e os melhores ângulos da sua paisagem. É ver vinhas com mais de 80 anos e encostas com 70 graus de declive; é admirar o rio Douro; é desfrutar de fauna e da flora em simbiose: pela Quinta das Carvalhas estão espalhados jardins, construídos com pedras de granito antigas e esteiros de xisto e onde foram plantadas várias espécies de flores, plantas e ervas aromáticas.
Uma propriedade de enorme beleza e espectacularidade cuja referência escrita mais antiga que se conhece data de 1759, embora tenha sido mais recente a sua expansão para os actuais 600 hectares, através da aquisição e posterior emparcelamento de diversas propriedades subjacentes. Integrou o portefólio de quintas da Real Companhia Velha na década de 1950.


Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP

(joanapratas@joanapratas.com ou joanapratas.com@gmail.com | 93 779 00 05)

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

‘Três Bagos tinto 2011’: carácter frutado do Douro e elegância de mãos dadas

Lavradores de Feitoria com nova colheita no mercado



A Lavradores de Feitoria – um projecto único criado há 13 anos e que hoje em dia reúne 16 produtores e 20 quintas espalhadas pelas três sub-regiões do Douro – lança o seu mais recente tinto, o ‘Três Bagos’ da colheita de 2011. São 70.000 mil garrafas que agora chegam ao mercado e que encerram em si um delicioso néctar, ideal para acompanhar pratos de carne branca, carne vermelha, caça de pena e alguns pratos de caça de pêlo.

Um vinho que tem evoluído lado a lado com a Lavradores de Feitoria; esta é a décima segunda colheita deste que é um blend de três castas autóctones: Tinta Roriz, Touriga Nacional e Touriga Franca. Um tinto criado com o objectivo de exaltar a tipicidade da região demarcada do Douro – através da presença de fruta vermelha madura – aliada a um perfil internacional, apreciado pelo mundo, actualmente nos 23 mercados onde está presente.

Um tinto de cor vermelho vivo quase opaca. O aroma é elegante e bastante complexo, com a madeira discreta e bem casada com o vinho, predominando, no entanto, o carácter de fruta vermelha bem madura do tipo ameixa preta e amora. No paladar é muito saboroso, encorpado, complexo, apresenta fruta bem madura, com taninos macios e aveludados, suportados por boa acidez, que lhe confere um excelente equilíbrio e um final fino e bastante longo.

Proveniente de vinhas com cerca de 30 anos, plantadas em solos xistosos, as uvas são vindimadas à mão, sendo posteriormente uma parte vinificada em inox e a restante em lagares. Também o estágio é partilhado, ou seja, em inox e barricas de carvalho francês, pretendendo-se desta forma preservar o carácter frutado dos vinhos do Douro.

Com um preço de venda recomendado de € 6,50, o ‘Três Bagos tinto 2011’ é um vinho para ser bebido jovem, muito embora prometa longevidade, reflectindo a sua qualidade (e da gama).

Sobre a Lavradores de Feitoria:
A Lavradores de Feitoria, Vinhos de Quinta S.A. é um projecto único, criado em Setembro de 2000 e que resultou da união de 15 produtores, proprietários de 18 quintas distribuídas pelos melhores terroirs do Douro, repartidas pelas três sub-regiões (Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior). Actualmente compõe a estrutura da empresa: 47 accionistas, dos quais 16 são produtores, e 20 quintas. Juntos, somam uma área total de vinha superior a 600 hectares. Estes produtores – com participações distintas no capital da empresa, sob uma só marca, uma só adega e uma só equipa de enologia – juntaram-se para partilhar recursos e criar sinergias de forma a conseguirem o que sozinhos não conseguiriam. Pela primeira vez no Douro, um grupo de convictos durienses associou saberes e experiências, inovação e tradição. Um esforço conjunto e solidário que marcou uma nova época para o Douro. Partilha e associativismo, concertados de uma forma moderna, razoável e inteligente, são os valores subjacentes à Lavradores de Feitoria. O objectivo foi, desde o início, o de criar vinhos equilibrados, elegantes e com potencial de envelhecimento, tendo por base um compromisso declarado com a excelência e tradição do Douro. Todos os vinhos da Lavradores de Feitoria – desde o grande consumo até à grande guarda – são equilibrados, elegantes e orientados para a boa gastronomia, mas sempre com um cunho do carácter do Douro. Na Lavradores de Feitoria são produzidos vinhos de lote e o que chamamos vinhos de terroir. Os primeiros – sob as marcas Lavradores de Feitoria Douro, Gadiva e Três Bagos – são feitos a partir de uma rigorosa selecção das uvas das diversas quintas e revelam a complexidade, a riqueza e a tradição de lote dos vinhos do Douro. Já os vinhos de terroir, nos quais se incluem as marcas Meruge e Quinta da Costa das Aguaneiras, pretendem reflectir o carácter e individualidade de uma determinada parcela de vinha.


Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP

(joanapratas@joanapratas.com ou joanapratas.com@gmail.com | 93 779 00 05)

PNC chega ao mercado dos vinhos e do azeite com a marca h’OUr

Joana Pratas e João Nápoles de Carvalho criam projecto no Douro



PNC é a sigla da empresa Parceiros Na Criação, mas são também as iniciais dos apelidos do jovem casal Joana Pratas e João Nápoles de Carvalho – e da filha de ambos, Maria Teresa –, parceiros na criação de um novo projecto de produção e comercialização de vinhos e azeite de quinta. Apostar na qualidade em detrimento da quantidade é o que procura este pequeno produtor duriense.

A PNC chega agora ao mercado com três referências, um tinto da colheita de 2010 e um branco e um azeite, ambos de 2012, todos sob a mesma marca: h’OUR. Vinhos e azeite vão estar em prova no ‘Mercado de Vinhos’ no Campo Pequeno, em Lisboa, de 01 a 03 de Novembro, entre as 11h30 e as 21h30.

“O nome surgiu de forma espontânea, uma vez que antes de pensarmos sequer numa marca nos referíamos a “ele” como “o nosso vinho”. Daí à marca h’OUR, com o duplo significado de “hour” (hora) e de “our” (nosso), foi um passinho!.”, desvenda Joana Pratas. A adopção de um nome em inglês prende-se com a aposta no mercado externo, sem nunca “abandonar” o nacional. “Afinal, foi aqui que decidimos criar o nosso projecto”, salienta a responsável de comunicação da PNC.

Duriense de família e de coração, João Nápoles de Carvalho sempre teve um carinho muito especial pela região. Viveu parte da sua infância em Barcos, concelho de Tabuaço, tendo voltado ao Douro para cursar Gestão Agrária na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e tirar o curso de jovem agricultor. Quando o pai e o tio fizeram partilhas, João decidiu assumir a gestão e a produção da propriedade do pai, o que nos remete para o ano de 1996. O gosto pela terra e a vontade de dar continuado ao legado da família fê-lo despertar para a sua verdadeira vocação: a agricultura. Juntamente com a mulher – que, para casar, deixou Lisboa e rumou ao Douro, lançando-se num novo desafio profissional como consultora em comunicação e relações públicas –, achou que seria a altura ideal para fazer o gosto ao dedo e passar da produção de uva e olival à produção e comercialização de vinho e azeite. Foi então que começaram a desenhar este projecto... 

“Chegou a hora de partilhar o que é nosso... O nosso que queremos que seja vosso!!” é o conceito que está por detrás da marca h’OUR, cuja identidade gráfica nos remete para o fruto (a uva redonda e as suas grainhas), o relógio, a partilha e a união, quer na criação, quer na degustação.

SOBRE OS VINHOS E O AZEITE

h’OUR branco 2012 | 1333 garrafas | € 7,10
Um DOC Douro feito a partir de vinhas velhas, nas quais se destaca a presença de Códega, Rabigato e Viosinho, e Verdelho, plantadas em altitude (450 a 550 metros), o que lhe confere uma boa acidez. Um branco citrino esverdeado, com carácter floral e frutado, nuances de flores brancas e toque de aromas exóticos em fundo. Intenso e agradável, entra fresco e frutado, pleno de sabores exóticos e florais. Com uma acidez vibrante, bem envolvida pelo corpo e volume, termina longo, intenso e com grande frescura.

h’OUR tinto 2010 | 3066 garrafas | € 9,10
Um tinto que conjuga uvas de vinhas com idades entre os 35 e 60 anos de duas sub-regiões: de Barcos, no Cima Corgo e de Valdigem, no Baixo Corgo. Às uvas, maioritariamente, de Vinhas Velhas, juntaram-se Touriga Nacional e Sousão, originando um tinto vermelho rubi, intenso e dominado por frutos pretos, especiarias e cacau. No paladar, o h’OUR tinto 2010 é frutado, apresentando ligeiras sensações balsâmicas e abaunilhadas. Tem taninos pujantes, advindos do estágio em barrica. O final de boca é longo e secante.

h’OUR Azeite Virgem Extra | 300 garrafas | € 5,50
É um azeite de categoria superior obtido unicamente por processos mecânicos e produzido com azeitonas de oliveiras centenárias e autóctones, onde predominam as variedades Cobrançosa, Madural, Negrinha e Verdeal. A azeitona foi colhida manualmente e transportada directamente para o lagar onde o azeite foi extraído a baixas temperaturas.

Site: www.parceirosnacriacao.pt

Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e Relações Públicas

(joanapratas@joanapratas.com ou joanapratas.com@gmail.com | 93 779 00 05)

quarta-feira, 29 de maio de 2013

2.º ‘Festival do Vinho do Douro Superior’ contribuiu para afirmar a identidade da sub-região

Uma aposta ganha liderada pela autarquia de Vila Nova de Foz Côa


A 2.ª edição do ‘Festival do Vinho do Douro Superior’ confirmou as credenciais do ano passado: uma sub-região que está em movimento e tem ainda muito para mostrar ao mundo dos enófilos e gourmets. A organização do evento, que acolheu 70 stands de produtores de vinho e sabores, coube mais uma vez à Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa, cidade que se assumiu como a capital do Douro Superior. No final do certame, que durou três dias, quase 6.000 pessoas passaram pelo ExpoCôa, um dos ex-líbris da cidade.

Uma aposta liderada pelo presidente da Câmara, Gustavo de Sousa Duarte, que reconheceu há anos que o concelho precisava de promover as suas mais-valias, sendo a maior o vinho, à qual se juntam o azeite e a amêndoa, formando um triângulo agrícola nuclear da região.

O facto de empresas de grande prestígio terem começado a investir nesta região – e falamos de nomes como Quinta do Crasto, João Portugal Ramos | Duorum, Jean-Michel Cazes, Grandes Quintas, entre vários outros – só veio reforçar esta ideia. A estes juntam-se outros nomes que há décadas se instalaram no Douro Superior, como a Sogrape | Quinta da Leda, a Quinta do Vale Meão, a CARM, a Ramos Pinto, a Symington ou a VDS, entre outros. Com algumas (poucas) excepções, todos os produtores estiveram presentes e muitas vezes com os próprios enólogos e proprietários.

O Douro Superior emerge de algum anonimato que lhe tolheu os movimentos durante décadas. Um conjunto de factores tem contribuído para mudar esta situação, colocando a região no mapa dos enófilos. A melhoria brutal nas vias de acesso é um desses factores: em menos de quatro horas é possível chegar de Lisboa a Vila Nova de Foz Côa, por exemplo, até porque o viajante pode usar, se o entender, exclusivamente vias rápidas. A chegada de grandes e reputadas empresas da área vitícola é outro dos factores. A subida vertiginosa dos preços da terra agrícola na última década é um indicador seguro de que o Douro Superior está no bom caminho e a ganhar notoriedade.

Um Festival com várias iniciativas pararelas

Tal como no ano passado, o Festival incluiu um conjunto de acções paralelas. Na sexta-feira, ainda antes da inauguração do evento, ocorreram duas: o 2.º Concurso de Vinhos do Douro Superior e o colóquio “A Vinha, o Vinho e o Mercado: Desafios para o Douro Superior”. No primeiro caso relembramos os grandes campeões em cada uma das categorias: nos brancos venceu o ‘Quinta da Sequeira Grande Reserva 2011’, de Mário Jorge Monteiro Cardoso; nos tintos a palma (tal como no passado, mas com a colheita anterior) foi para o ‘Quinta do Vale Meão 2010’, de Francisco Olazabal; e o ‘Quinta de Ervamoira Vintage 2009’, da Ramos Pinto, foi considerado o melhor vinho do Porto.

Quanto ao Colóquio, incluiu sete comunicações e uma mesa redonda. A coordenação pertenceu a João Afonso, da Revista de Vinhos. Da parte da manhã dois temas em evidência: “Flavescência Dourada”, por Cristina Carlos, da ADVID, e “Porta Enxertos, Castas e Clones do Douro Superior”, por António Graça da Sogrape. A flavescência, uma doença grave da vinha, foi exposta de modo muito preciso e ficou bem claro que, ou tomamos (todos sem excepção) as devidas providências contra esta nova ameaça, ou o resultado pode ser muito mais devastador do que aquilo que podemos imaginar. António Graça, por sua vez, veio mostrar o elevado profissionalismo da empresa onde desenvolve trabalho. Nas vinhas da Sogrape o futuro é já o presente: quintas divididas em parcelas específicas de solo/clima/castas/clones, com o “simples” objectivo de retirar de cada parcela o melhor que ela tem para dar. A mesa redonda que sondou “50 Anos de Viticultura Duriense” ficou aquém das expectativas e muito ficou por discutir e concluir. O limite de tempo e alguma inércia cautelosa deixaram muitas perguntas no ar.

Da parte da tarde, foram duas as comunicações. A primeira a cargo de Nuno Borges, da Adega Cooperativa de Vila Real, que provou que o Douro pertence aos durienses, esclarecendo que uma adega à beira da falência há uns anos atrás pode ser hoje um case study. E a segunda, de Renata Abreu, export manager da Quinta Nova de Nossa Senhora do Cargo, que ao relatar os pontos fundamentais (e não foram poucos) da sua experiência a vender o Douro e Portugal nos mercados externos, não deixou de confessar que por lá ainda se admiram com a cor branca da sua pele, porque sempre pensaram que Portugal ficava na América do Sul (!).

O 2.º ‘Festival do Vinho do Douro Superior’ contou ainda com três provas comentadas. João Afonso apresentou vários “Brancos de Terroir do Douro Superior”, realçando as diferenças entre eles, consoante os variados elementos geográficos e geológicos. Uma prova interessante e muito participada. No Sábado à tarde, Nuno Oliveira Garcia, blogger do “Saca a Rolha” e colaborador da Revista de Vinhos, apresentou magistralmente vários “Vintages de Quinta do Douro Superior”. Para finalizar nos vinhos, Luís Antunes, da Revista de Vinhos, mostrou “20 Anos de Grandes Tintos do Douro Superior”, reunindo um notável conjunto de vinhos, incluindo o Reserva Especial da Casa Ferreirinha de 1986, ainda em grande forma apesar dos seus quase 27 anos de idade. Participaram vários enólogos que ajudaram a descrever os vinhos e a contar as respectivas histórias na sua base. Extremamente interessante e a provar que os grandes vinhos desta região são fantásticos e longevos. Pelo meio, duas outras iniciativas: destaque para uma prova de “Azeites do Douro Superior”, ministrada pelo técnico Francisco Pavão, considerado um dos gurus nacionais nesta área. E ainda um workshop com o tema “Saber Servir; Vender Melhor”, onde dois técnicos do IVDP ensinaram uma audiência – sobretudo compostas por profissionais da restauração – a servir e valorizar o vinho do Porto, especialmente na harmonização deste néctar com a comida.

O 2.º ‘Festival do Vinho do Douro Superior’ contribuiu também para levar às quintas um conjunto de líderes de opinião que vão transportar uma ideia diferente – e mais positiva – dos vinhos e gentes do Douro Superior, e em especial da sua capital, Vila Nova de Foz Côa. Quinta do Vale D’Aldeia, Quinta da Sequeira, Quinta das Marvalhas (CARM) e Quinta de Castelo Melhor (Duorum) foram os quatro projectos visitados pelo grupo de jornalistas – de imprensa escrita, rádio e televisão –, bloggers, escanções e compradores que fizeram questão de acompanhar de perto esta edição do certame.

Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP

(joanapratas@joanapratas.com ou joanapratas.com@gmail.com; 93 779 00 05)

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Real Companhia Velha com novas colheitas de Sauvignon Blanc e Touriga Nacional


Dois monocastas da Quinta de Cidrô


 
A Real Companhia Velha tem novidades no que toca a dois dos seus vinhos estremes. Se, por um lado, estamos perante um branco feito a partir de uma casta internacional, no pólo oposto está um tinto originário daquela que é considerada a casta bandeira do nosso país. Falamos, respectivamente, do ‘Quinta de Cidrô Sauvignon Blanc 2012’ e do ‘Quinta de Cidrô Touriga Nacional 2010’, ambos monocastas provenientes das vinhas da Quinta de Cidrô, propriedade situada em São João da Pesqueira e considerada como um modelo de experimentação vitivinícola para toda a região.

O ‘Quinta de Cidrô Sauvignon Blanc 2012’ é um vinho fresco e desinibido, que alia o melhor de dois mundos: a concentração e a potência do Douro com a elegância e carácter desta reconhecida variedade de casta francesa. Num casamento perfeito com ostras, é contudo um vinho extremamente versátil e que, por isso mesmo, funciona bem tanto como aperitivo, como para acompanhar qualquer prato de peixe, marisco, carnes brancas, pastas ou saladas.

Produzido a partir de parcelas de vinhas seleccionadas, o ‘Quinta de Cidrô Touriga Nacional tinto 2010’ é um vinho complexo e com grande carácter varietal, aromas a frutos vermelhos e acentuadas notas florais. Embora intenso e expressivo, revela-se um vinho fresco e elegante, que dá imensa satisfação enquanto jovem e vibrante, sem contudo deixar de surpreender quem opte por aguardar a evolução em garrafa.

Preços de venda ao público recomendados
Quinta de Cidrô Sauvignon Blanc 2012: € 7,00
Quinta de Cidrô Touriga Nacional 2010: € 14,00











Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP
(joanapratas@joanapratas.com; 91 459 11 19 ou 93 779 00 05)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Wine Moments & Gourmet em première na Bolsa de Turismo de Lisboa






 Nova agência de animação turística duriense

·         “Mergulhar” nos temas do vinho, vinha, património e gastronomia duriense pelas mãos de quem conhece e vive o Douro

A Wine Moments & Gourmet, agência de animação turística com sede e operação no Douro vai à Bolsa de Turismo de Lisboa, entre os dias 27 de Fevereiro e 03 de Março, apresentar em première o conceito e as propostas do seu portefólio – serviço de qualidade, personalizado e chave na mão. Vai estar presente em espaço próprio (pavilhão 3 stand número 3C24A) na área de animação turística. A apresentação oficial está marcada para dia 09 de Março, no Museu do Douro, no Peso da Régua.

A constituição da Wine Moments & Gourmet surgiu da vontade intrínseca de dois jovens durienses – Jorge Alves e Rui Soares – em quererem partilhar o seu conhecimento e paixão pela região com todos aqueles que a visitam em busca dos seus magníficos encantos. “Mergulhar” nos temas do vinho, vinha, património, história e gastronomia duriense pelas mãos de quem conhece e vive o Douro é a mais-valia desta nova empresa.

A Wine Moments & Gourmet propõe-se a suprimir uma lacuna de transmissão / aquisição de conhecimentos através de uma oferta séria e em serviço chave na mão, proporcionada por pessoas que vivem, sentem, trabalham e possuem know-how da matéria.

Amigos pessoais de longa data, apaixonados pelo Douro, formados em engenharia agronómica e com larga experiência em enologia, Jorge Alves e Rui Soares – impulsionadores de diversos projectos no Douro (viticultura, enologia e turismo), sendo também produtores em nome próprio, com os vinhos Quanta Terra e Esmero, respectivamente – são os mentores deste projecto.

“Diariamente nas empresas para quem trabalhamos a tempo inteiro, e com muita frequência em outras das quais somos consultores, recebemos clientes, jornalistas, distribuidores, garrafeiras e importadores. Com todos eles fazemos visita às vinhas, circuito nas adegas e provas de vinhos, pois queremos que sejam nossos parceiros. É das coisas mais gratificantes da vida, chegar ao final de um pequeno roteiro pelas vinhas, de uma visita e passagem pela adega, que termina numa prova completa, ouvir de quem nos pediu uma simples explicação rasgados elogios. Isto só é possível porque o discurso é a nossa vida profissional no seu todo, pormenorizando situações à mistura com a história, desafios, e valências de que a região é detentora e extremamente rica.”, afirmam os mentores do projecto.

A oferta da Wine Moments & Gourmet na BTL

Como mostra da oferta da Wine Moments & Gourmet vão estar disponíveis para venda três propostas: “Ser duriense por um dia”, “Workshop de iniciação à prova de vinhos” e “Vouchers provas de vinhos”, sendo que esta última contempla uma de três experiências distintas.

Quem optar por "Ser duriense por um dia" vai poder colocar-se na pele de um autêntico duriense. Este programa contempla viagem de comboio com destino a uma quinta em pleno coração do Alto Douro Vinhateiro, na qual será visitada adega, com explicação sobre os processos de vinificação, engarrafamento e feitoria dos vinhos, com respectiva prova. Segue-se um tradicional almoço servido ao ar livre (caso condições climatéricas sejam favoráveis) que se prolongará com continuação da aquisição de conhecimento sobre dos vinhos e região.

Ao fazer um "Workshop de iniciação à prova de vinhos", realizado no Museu do Douro, que ocupa um antigo edifício da Companhia Geral da Agricultura dos Vinhos do Alto Douro, pretende-se proporcionar ao cliente a aquisição de conhecimentos sensoriais, aromas, cheiros, defeitos e harmonizações. Pretende-se de uma forma detalha e personalizada que o cliente adquira competências específicas e que sejam autónomos na apreciação de vinhos.

Sob a oferta "Vouchers provas de vinhos", a Wine Moments & Gourmet propõe três experiências vínicas distintas no que aos vinhos diz respeito, mas também ao tipo de quinta de onde os mesmos provêm. A primeira terá lugar numa quinta tradicional, onde o cliente terá contacto directo com os responsáveis pelos processos de vinificação. A segunda, numa emblemática quinta da região, cuja história e a persistência ao longo de anos de trabalho levaram a que seja uma das maiores da região; A terceira, numa quinta de charme, exemplo de que a tradição e a modernidade podem caminhar juntas para oferecer ao cliente um serviço de qualidade e requinte.

Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP
joanapratas@joanapratas.com ou 93 779 00 05

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Vinho do Porto: Real Companhia Velha sugere o seu LBV para o ‘Dia do Pai’


‘Royal Oporto LBV 2008’ acaba de ser lançado



·         ‘Quinta das Carvalhas Reserva Tawny’ como alternativa para apreciadores da categoria tawny

A Real Companhia Velha, cuja história se confunde com a do vinho do Porto, acaba de lançar o seu ‘Royal Oporto LBV 2008’, néctar que vai estar em prova na 10.ª edição da Essência do Vinho Porto e que foi considerado pela Revista de Vinhos como um “vinho do Porto a alto nível”, com 16,5 pontos. Esta é, sem dúvida, uma excelente opção para celebrar o ‘Dia do Pai’, a 19 de Março. Como alternativa, para os apreciadores da categoria tawny, a Real Companhia Velha sugere o ‘Quinta das Carvalhas Reserva Tawny’.




Proveniente da colheita de 2008, com características organoléticas excepcionais, o ‘Royal Oporto LBV 2008’ foi vinificado a partir das castas Touriga Nacional e Touriga Franca. Com um estilo derivado dos Vintage, os Late Bottled Vintage são vinhos do Porto de excelente qualidade, produzidos em bons anos e oriundos de uma só colheita, a indicada no rótulo. Engarrafados entre o quarto e o sexto ano após vindima, os vinhos do Porto LBV, ao contrário dos Vintage, beneficiam de um considerável envelhecimento em balseiro de carvalho. É um tinto e encorpado, com aroma a frutos vermelhos maduros. Na boca é fino, elegante com taninos muito firmes, conjunto sólido que termina persistente, elegante e frutado. Pode ser consumido em qualquer momento, acompanha particularmente bem com queijos.








Feito com uvas – das castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz – oriundas da mais emblemática propriedade da Real Companhia Velha, surge o ‘Quinta das Carvalhas Reserva Tawny, produzido através da cuidada vinificação e envelhecido durante sete anos em cascos de carvalho. É um tawny elegante e de cor aloirada; aveludado e fino, de “bouquet” inesquecível, traz à memória o sabor da tradição. É um vinho rico em frutos secos e compotas de fruta vermelha.

PVPs recomendados:
Royal Oporto LBV 2008: € 13,90
Quinta das Carvalhas Reserva Tawny: € 9,30


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Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

‘Grandjó’: marca de vinhos da Real Companhia Velha celebra 100 anos | Nota de imprensa


Rui Paula associa-se à efeméride e cria menu para jantar vínico no dia 20



·         É esta a marca de vinhos do Douro mais antiga do país

A marca de vinhos ‘Grandjó’, nascida na Granja de Ali e pertença da Real Companhia Velha, está de parabéns, uma vez que acaba de completar 100 anos, sendo por isso a marca de vinhos do Douro mais antiga do país. A Real Companhia Velha lançou o desafio e o Chefe Rui Paula aceitou: criar um menu vínico (1) em que as duas referências da marca – ‘Grandjó Late Harvest’ e ‘Grandjó Meio Doce’ – vão estar em destaque. O jantar acontece já na quinta-feira, dia 20 de Dezembro, no restaurante DOP, no Porto.

A escolha do Chefe Rui Paula não foi ao acaso… Surgiu porque é um homem do Douro com grande afinidade com a zona de Alijó: é natural do Porto, mas foi neste concelho duriense – nas férias passadas em casa da família – que desenvolveu, desde cedo, o gosto pela cozinha, influenciado pela forte ligação à sua avó materna e às comidas que esta preparava baseadas em receitas antigas e no uso dos produtos da terra.

Grandjó: uma marca com história e relevo para a região; um vinho nobre e peculiar

Embora a marca ‘Grandjó’ tenha sido registada em 1912, há registos “não oficiais” que indicam que a sua existência é anterior a esta data. No livro “Vinificação Moderna” (de Pedro Bravo e Duarte Oliveira), que data de 1925, é feita referência ao ‘Grandjó’ como existente desde 1910. Nesta obra é enfatizado o facto de o aparecimento deste vinho na região de Alijó ter sido uma ideia de grande mérito, pois é uma zona onde se produzem essencialmente vinhos brancos DOC Douro e alguns generosos (Porto e Moscatel). Sendo uma região não vocacionada para tintos – os mais consumidos e vendidos em todo o mundo – torna-se evidente a limitação que esta dependência trás à região. O ‘Grandjó’, nomeadamente o late harvest, é portanto um vinho de grande qualidade, nobreza e importância para esta região.

Pedro Bravo e Duarte de Oliveira concluíram mesmo que este néctar se pode equiparar ao Porto Vintage das terras mais prestigiadas do Douro, o que faz do ‘Grandjó Late Harvest’ o “Vintage das terras altas”!

A Real Companhia Velha é proprietária de uma significativa extensão de vinhas – que atinge os 160 hectares – na região de Alijó: a denominada Quinta do Casal da Granja. O nome ‘Grandjó’ surgiu por causa do nome do lugar onde são cultivadas as uvas que lhe dão origem: Granja de Ali.

A marca ‘Grandjó’ possui, actualmente, duas referências: meio doce branco e late harvest, sendo este último o mais parecido com o vinho original. O ‘Grandjó Late Harvest’ é feito a partir de uvas da casta Boal (sinonímia da francesa Semillon). As uvas são colhidas no final da época das vindimas, normalmente a partir de meados de Outubro [este ano as vindimas estenderam-se ao mês de Dezembro], após o aparecimento das primeiras chuvas de Outono. A ocorrência da precipitação conjugada com a topografia do local – planalto de Alijó, bem acima do rio Douro – favorece o aparecimento de neblinas matinais e elevada humidade relativa do ar, facilitando o aparecimento da podridão nos bagos. São efectuadas várias passagens nos seis hectares de vinha existentes, colhendo-se de cada vez apenas as uvas afectadas pelo fungo Botrytis cinérea – fenómeno natural vulgarmente designado por podridão nobre – que apresentam bagos de reduzido tamanho, fortemente desidratados e com elevada concentração de açúcares.

Na adega, obtém-se um vinho doce natural, glicérico, saboroso e longo, cuja fermentação não é terminada devido à riqueza de açúcares do bago. No nariz, salientam-se aromas intensos de alperce seco, passas, mel e uma nuance de madeira proveniente do estágio parcial em barricas novas durante oito meses. Na prova, o vinho enche o paladar com uma doçura volumosa que leva os sabores correspondentes ao nariz a um final de prova persistente. Pela graça de uma acidez forte esta combinação de néctar doce e cornucópia de sabores acaba por deixar o paladar refrescado e limpo.

A produção deste género de vinhos a nível mundial é muito reduzida, destacando-se a região de Sauternes, em França. Outras regiões produtoras de vinhos efectuados com uvas botritizadas são Tokay (Hungria), Reno e Mosel (Alemanha) e pequenas regiões da Áustria. Em Portugal, começam agora a aparecer mais produtos desta natureza.

(1)        
Jantar Vínico | 100 Anos ‘Grandjó’ | Restaurante DOP
Quinta-feira, dia 20 de Dezembro de 2012
Palácio das Artes, Largo de S. Domingos, 18, Porto

MENU
Fois gras | Grandjó Late Harvest
Sashimi de Dourada com molho cítrico | Grandjó Meio Doce branco
Sushi | Quinta de Cidrô Gewürztraminer branco
Barriga de Leitão com batata Galette e molho de cidra  | Carvalhas tinto  
A lima e os frutos vermelhos | Grandjó Late Harvest

Preço: € 50,00
Reservas: 22 201 43 13 | 91 001 40 41 | dop@ruipaula.com





Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP
(joanapratas@joanapratas.com; 91 459 11 19 ou 93 779 00 05)

Quinta do Pôpa e Finkus Bripp preparam lançamento da 2.ª edição de ‘Lolita & Milf’ | Nota de imprensa


Dupla de vinhos criada para a “Wine on the Rocks | The Finkus Collection”


  • Um conceito inovador que está já a captar a atenção de novos mercados, para além do alemão e português

A Quinta do Pôpa – produtor duriense situado na encosta de Adorigo, no concelho de Tabuaço, que conta com a expertise do enólogo da Bairrada Luís Pato – foi a eleita como parceira para a criação da primeira colecção de vinhos próprios da “Wine on the Rocks | The Finkus Collection”, plataforma on-line de wine entertainment e venda de vinhos do designer e consultor criativo especializado em conceitos inovadores de vinhos. Depois do sucesso da primeira edição, está já a ser preparada a segunda, que será lançada em Março de 2013.

A ideia nasceu em 2011, durante uma conversa entre o criativo Finkus Bripp e o proprietário da Quinta do Pôpa, Stéphane Ferreira, tendo sido rapidamente “posta em marcha” e materializada com a criação da dupla ‘Lolita & Milf’. O lançamento da “Wine on the Rocks | The 1st Finkus Collection” aconteceu em Junho deste ano em Berlim, na The Dudes Factory, a galeria de arte do conhecido ilustrador e pop artist McBess, autor da imagem dos rótulos.

“Foi com enorme entusiasmo e um misto de adrenalina que desenvolvemos este projecto, que cruza valências e experiências distintas. Houve, desde logo, uma afinidade entre as duas partes e um reconhecimento da qualidade do projecto e vinhos da Quinta do Pôpa, o que é bastante gratificante até porque estamos ainda a começar.”, afirma Stéphane Ferreira.

‘Lolita & Milf’ são ambos tintos DOC Douro – a primeira edição é da colheita de 2009. São vinhos de lote que conjugam essencialmente Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca, Tinta Barroca, Tinto Cão e Vinhas Velhas. Desde sempre, o objectivo foi o de criar vinhos que surpreendessem pelo conceito, design, mas que acima de tudo não defraudassem na qualidade. São dois “draw wines” que apelam a um universo de lifestyle, urban style, mas que aliam a um “nice packaging” uma qualidade superior, qualidade essa que respeita e reflecte na íntegra o terroir que lhe deu origem.

O autor optou por fazer um paralelismo entre as características humanas e os descritores do vinho. A Lolita é jovem, fresca, explosiva e recta/objectiva. Já a sua mãe, a Milf, é mais madura e complexa, características que lhe conferem sabedoria e longevidade.

A primeira colecção foi limitada a 666 garrafas (de cada referência), todas elas numeradas. A política vai manter-se, mas as quantidades vão aumentar, até porque para além da Alemanha (país onde reside o autor do conceito) e de Portugal, existem já outros países interessados em comercializar os vinhos ‘Lolita & Milf’.


Sobre a Quinta do Pôpa:
A Quinta do Pôpa é uma janela sobre o rio Douro localizada em Adorigo, no concelho de Tabuaço, em pleno Alto Douro Vinhateiro. O nome e história desta Quinta simbolizam a realização de um sonho que tem passado de geração em geração, homenageando Francisco Ferreira, mais conhecido como Pôpa: o seu filho adquiriu parte da propriedade em 2003, mas hoje são os seus netos que estão à frente do projecto, com o objectivo de produzir vinhos de qualidade superior. Um projecto familiar que conta com a expertise do enólogo bairradino Luís Pato. Com uma área total de 30 hectares, dos quais catorze são de vinha (três de vinha velha com mais de 60 anos), composta por uma mistura de nobres castas tintas, todas de letra A. Na produção conciliam-se as técnicas mais sofisticadas com séculos de rigorosa tradição, como a vinificação através da pisa a pé em lagares de granito a uma temperatura controlada; e na construção  de uma marca com personalidade e qualidade, criada através da sua história e do casamento harmonioso entre a terra e o clima que o seu terroir tem para oferecer. O portefólio deste produtor duriense reúne as marcas Contos da Terra (branco e tinto), Preffácio (branco, tinto e rosé) e Pôpa (dois monovarietais – Tinta Roriz e Touriga Nacional; um Vinhas Velhas; e um vinho doce tinto). Para além do tinto de seu nome PaPo (ou Trepa, quando falamos do mercado internacional).


Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP
(joanapratas@joanapratas.com; 91 459 11 19 ou 93 779 00 05)

sábado, 24 de novembro de 2012

‘Pôpa Vinho Doce tinto 2011’: novidade em lançamento em dois eventos vínicos em Lisboa


Porto e Douro Wine Show e Adegga Wine Market


Depois do sucesso que foi a presença, em antecipação, do ‘Pôpa Vinho Doce tinto 2011’ no “Mercado dos Vinhos” – tendo o produtor esgotado as garrafas que levou para mostra e venda no evento que se realizou no Campo Pequeno, nos dias 01 a 04 de Novembro –, é tempo da nova colheita deste doce néctar chegar oficialmente ao mercado.

O ‘Pôpa Vinho Doce tinto 2011’ vai estar em prova – juntamente com as restantes gamas (Contos da Terra, Preffácio, Pôpa e PaPo) e referências da Quinta do Pôpa – nos eventos “Porto & Douro Wine Show 2012”, que se realiza nos dias 30 de Novembro e 01 de Dezembro no Convento do Beato, e no “Adegga Wine Market 2012”, que acontece no Sábado, dia 01 de Dezembro, no Hotel Flórida, ambos em Lisboa. Se por um lado temos um evento apenas dedicado a vinhos da região do Douro, por outro temos uma prova de vinhos em ambiente informal com alguns dos melhores vinhos e produtores de Portugal.

Um ano depois da chegada do primeiro exemplar ao mercado, a Quinta do Pôpa volta a apostar nesta que é uma proposta inovadora: um vinho tinto doce, cuja feitura é semelhante à do vinho do Porto, mas sem que haja adição de álcool no processo de paragem da fermentação.  

O ‘Pôpa Vinho Doce tinto 2011’ é elaborado a partir do blend de 21 castas de vinhas com mais de 60 anos, erguidas nos socalcos do Alto Douro Vinhateiro, em Adorigo, Tabuaço. As uvas foram apanhadas em Outubro, não chegando a serem atingidas pela podridão nobre (botrytis cinérea), processo que ocorre nas uvas que dão origem aos vinhos de colheita tardia. É um vinho muito jovem e com baixo teor alcoólico (10% vol.), sendo uma excelente proposta para beber como aperitivo, apreciar ao final da tarde, ou como complemento de uma conversa depois de um bom jantar.

A colheita de 2011 conta com 3737 garrafas de 500 ml, todas elas numeradas e com um PVP recomendado de € 14,50.


Sobre a Quinta do Pôpa:
A Quinta do Pôpa é uma janela sobre o rio Douro localizada em Adorigo, no concelho de Tabuaço, em pleno Alto Douro Vinhateiro. O nome e história desta Quinta simbolizam a realização de um sonho que tem passado de geração em geração, homenageando Francisco Ferreira, mais conhecido como Pôpa: o seu filho adquiriu parte da propriedade em 2003, mas hoje são os seus netos que estão à frente do projecto, com o objectivo de produzir vinhos de qualidade superior. Um projecto familiar que conta com a expertise do enólogo bairradino Luís Pato. Com uma área total de 30 hectares, dos quais catorze são de vinha (três de vinha velha com mais de 60 anos), composta por uma mistura de nobres castas tintas, todas de letra A. Na produção conciliam-se as técnicas mais sofisticadas com séculos de rigorosa tradição, como a vinificação através da pisa a pé em lagares de granito a uma temperatura controlada; e na construção  de uma marca com personalidade e qualidade, criada através da sua história e do casamento harmonioso entre a terra e o clima que o seu terroir tem para oferecer. O portefólio deste produtor duriense reúne as marcas Contos da Terra (branco e tinto), Preffácio (branco, tinto e rosé) e Pôpa (dois monovarietais – Tinta Roriz e Touriga Nacional; um Vinhas Velhas; e um vinho doce tinto). Para além do tinto de seu nome PaPo (ou Trepa, quando falamos do mercado internacional).


Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP
(joanapratas@joanapratas.com; 91 459 11 19 ou 93 779 00 05)