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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

‘Três Bagos tinto 2011’: carácter frutado do Douro e elegância de mãos dadas

Lavradores de Feitoria com nova colheita no mercado



A Lavradores de Feitoria – um projecto único criado há 13 anos e que hoje em dia reúne 16 produtores e 20 quintas espalhadas pelas três sub-regiões do Douro – lança o seu mais recente tinto, o ‘Três Bagos’ da colheita de 2011. São 70.000 mil garrafas que agora chegam ao mercado e que encerram em si um delicioso néctar, ideal para acompanhar pratos de carne branca, carne vermelha, caça de pena e alguns pratos de caça de pêlo.

Um vinho que tem evoluído lado a lado com a Lavradores de Feitoria; esta é a décima segunda colheita deste que é um blend de três castas autóctones: Tinta Roriz, Touriga Nacional e Touriga Franca. Um tinto criado com o objectivo de exaltar a tipicidade da região demarcada do Douro – através da presença de fruta vermelha madura – aliada a um perfil internacional, apreciado pelo mundo, actualmente nos 23 mercados onde está presente.

Um tinto de cor vermelho vivo quase opaca. O aroma é elegante e bastante complexo, com a madeira discreta e bem casada com o vinho, predominando, no entanto, o carácter de fruta vermelha bem madura do tipo ameixa preta e amora. No paladar é muito saboroso, encorpado, complexo, apresenta fruta bem madura, com taninos macios e aveludados, suportados por boa acidez, que lhe confere um excelente equilíbrio e um final fino e bastante longo.

Proveniente de vinhas com cerca de 30 anos, plantadas em solos xistosos, as uvas são vindimadas à mão, sendo posteriormente uma parte vinificada em inox e a restante em lagares. Também o estágio é partilhado, ou seja, em inox e barricas de carvalho francês, pretendendo-se desta forma preservar o carácter frutado dos vinhos do Douro.

Com um preço de venda recomendado de € 6,50, o ‘Três Bagos tinto 2011’ é um vinho para ser bebido jovem, muito embora prometa longevidade, reflectindo a sua qualidade (e da gama).

Sobre a Lavradores de Feitoria:
A Lavradores de Feitoria, Vinhos de Quinta S.A. é um projecto único, criado em Setembro de 2000 e que resultou da união de 15 produtores, proprietários de 18 quintas distribuídas pelos melhores terroirs do Douro, repartidas pelas três sub-regiões (Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior). Actualmente compõe a estrutura da empresa: 47 accionistas, dos quais 16 são produtores, e 20 quintas. Juntos, somam uma área total de vinha superior a 600 hectares. Estes produtores – com participações distintas no capital da empresa, sob uma só marca, uma só adega e uma só equipa de enologia – juntaram-se para partilhar recursos e criar sinergias de forma a conseguirem o que sozinhos não conseguiriam. Pela primeira vez no Douro, um grupo de convictos durienses associou saberes e experiências, inovação e tradição. Um esforço conjunto e solidário que marcou uma nova época para o Douro. Partilha e associativismo, concertados de uma forma moderna, razoável e inteligente, são os valores subjacentes à Lavradores de Feitoria. O objectivo foi, desde o início, o de criar vinhos equilibrados, elegantes e com potencial de envelhecimento, tendo por base um compromisso declarado com a excelência e tradição do Douro. Todos os vinhos da Lavradores de Feitoria – desde o grande consumo até à grande guarda – são equilibrados, elegantes e orientados para a boa gastronomia, mas sempre com um cunho do carácter do Douro. Na Lavradores de Feitoria são produzidos vinhos de lote e o que chamamos vinhos de terroir. Os primeiros – sob as marcas Lavradores de Feitoria Douro, Gadiva e Três Bagos – são feitos a partir de uma rigorosa selecção das uvas das diversas quintas e revelam a complexidade, a riqueza e a tradição de lote dos vinhos do Douro. Já os vinhos de terroir, nos quais se incluem as marcas Meruge e Quinta da Costa das Aguaneiras, pretendem reflectir o carácter e individualidade de uma determinada parcela de vinha.


Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP

(joanapratas@joanapratas.com ou joanapratas.com@gmail.com | 93 779 00 05)

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Lavradores de Feitoria lança ‘Meruge’ branco 2011 e tinto 2009 este mês | NOTA DE IMPRENSA


Tinto foi eleito como um dos Melhores do Ano por João Paulo Martins


  • Em prova no “Encontro com o Vinho e Sabores” – 09 a 12.11 – e na “Essência do Vinho Madeira” – 30.11 a 02.12


A Lavradores de Feitoria – projecto único no Douro que reúne 15 produtores, proprietários de 18 quintas distribuídas pelos melhores terroirs do Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior – prepara-se para lançar no mercado, durante o mês de Novembro, as últimas novidades da marca ‘Meruge’: o branco de 2011 e o tinto de 2009, dois néctares que mostram um Douro um pouco diferente, mais elegante e menos rústico, e que obtêm habitualmente a simpatia e excelentes referências na crítica nacional e internacional.

O ‘Meruge tinto 2009’ foi recentemente eleito como um dos “Melhores do Ano” pelo crítico João Paulo Martins no seu Guia “Vinhos de Portugal 2013”, que considerou que “nas várias edições que já teve, este tinto mostrou um perfil de rara elegância à revelia de modas e tendências. A esse mérito associa-se-lhe uma enorme qualidade.”. Segundo Paulo Ruão, director de enologia da Lavradores de Feitoria, “é um vinho com uma cor viva e bastante jovem; o aroma é rico e fino, predominando um carácter frutado. A madeira muito discreta e bem integrada no vinho contribui para a sua complexidade e enriquecimento aromático. Na boca é intenso, repleto de notas aromáticas que recordam o aroma a frutos vermelhos, acidez equilibrada, taninos suaves e aveludados, apresenta um final bastante longo e muito agradável e prometendo longevidade.”.

O ‘Meruge branco’ é um vinho 100% português: feito a partir da casta Viosinho, proveniente de vinhas ao alto viradas a Norte e com idades entre os 25-30 anos, e fermentado em barricas de carvalho português. Considerado um branco de Inverno, pode acompanhar pratos de peixe, bacalhau, polvo, além de alguns queijos e até patês. É um vinho bastante gastronómico, mas é também ideal para acompanhar uma boa conversa. A colheita de 2011 apresenta uma bonita cor amarelo citrino, é um vinho brilhante e limpo. No aroma, é fino, elegante, com toques de citrinos bem maduros, ligeira mineralidade e fruta madura do tipo ameixa e figo. Com notas de madeira perfeitamente inseridas, à medida que fica no copo, vão-se libertando mais frutos, tornando-o muito rico e complexo. No paladar, é muito equilibrado entre o corpo e acidez, expressivo e harmonioso. Bastante frutado apresenta fruta branca bem madura, suportada por uma boa acidez, evoluindo para especiarias e algum balsâmico muito agradável. O final é longo e muito saboroso. Promete longevidade.

Vão ambos estar em prova no “Encontro com o Vinho e Sabores”, que se realiza de 09 a 12 de Novembro no Centro de Congressos de Lisboa e na “Essência do Vinho – Madeira”, que se realiza pela primeira vez este ano e que terá lugar no Centro de Congressos do Funchal, entre os dias 30 de Novembro a 02 de Dezembro.

Sobre a Lavradores de Feitoria:
Fundado no ano 2000 num compromisso declarado com a excelência, um grupo de 15 produtores, proprietários de 18 quintas distribuídas pelos melhores terroirs das três sub-regiões do Douro (Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior), associou, pela primeira vez no Douro, saberes e experiências, passado e futuro, inovação e tradição para partilhar recursos e criar sinergias de forma a conseguir o que sozinhos não conseguiriam: produzir Vinhos de elevada qualidade. A Lavradores de Feitoria procura criar vinhos equilibrados, elegantes e com potencial de envelhecimento, em sintonia com melhor que o Douro pode dar, quer estejamos perante os seus vinhos “de Lote” ou “de Quinta”. Feitos a partir de uma rigorosa selecção das uvas das diversas quintas, obtêm-se “Vinhos de Lote” que revelam a complexidade e a riqueza dos vinhos do Douro. Produzidos apenas com uvas da Quinta de origem, os “Vinhos de Quinta” pretendem ser o espelho do seu terroir; estes vinhos são assim fiéis à sua Quinta e diferentes entre si.

Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP
(joanapratas.com@gmail.com; 91 459 11 19 ou 93 779 00 05)

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Lavradores de Feitoria e Museu do Côa unem-se para criar e lançar nova marca de vinho


‘Museu do Coa by Lavradores de Feitoria tinto 2009’ 



  • À venda em primeira mão no Museu do Côa a partir de hoje, dia 19 de Outubro
  • Cada garrafa tem um voucher que vale uma entrada no Museu do Côa
  • É o primeiro Museu, em Portugal, com uma marca própria de vinho

A Lavradores de Feitoria – projecto único no Douro que reúne 15 produtores, proprietários de 18 quintas distribuídas pelos melhores terroirs do Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior – associou-se ao Museu do Côa para, em parceria, lançarem uma nova marca de vinho. ‘Museu do Coa by Lavradores de Feitoria’ nasceu de uma conjugação de vontades cujo resultado chega agora ao mercado materializado num tinto de 2009.

Segundo Fernando Real, Presidente da Fundação Côa Parque, “este vinho é fruto de uma iniciativa – a primeira de outras que se seguirão com este ou outros players da região – com um significado muito especial porque resulta de um conjunto de ideias partilhadas. Quem comprar ‘Museu Coa by Lavradores de Feitoria’ estará a alimentar o corpo e o espírito.”, isto porque cada garrafa tem um voucher que vale uma entrada gratuita no Museu do Côa. Esta componente inovadora – e única em Portugal – junta-se ao facto de ser o primeiro museu português com uma marca de vinho própria.

Para Olga Martins, CEO da Lavradores de Feitoria, “este é mais um passo para promovermos o Douro no seu todo e em parceria, algo que faz parte da cultura da nossa empresa. Com esta iniciativa estamos a aliar gastronomia com cultura, património e paisagem. Com o património vamos promover o nosso vinho e com o vinho trazer pessoas a conhecerem o Museu do Côa e o Douro”.

O ‘Museu do Coa by Lavradores de Feitoria tinto 2009’ é um vinho com características e perfil do Douro Superior: bastante frutado, com taninos suaves e uma boa estrutura, o que lhe confere longevidade. É feito com uvas das quintas que a Lavradores de Feitoria possui na sub-região do Douro Superior (onde fica localizado o Museu do Côa), juntando Touriga Nacional (70%), Tinta Roriz (20%) e 10% de uma mistura de castas de uma parcela de Vinhas Velhas.

Estamos perante um tinto com uma cor intensa e profunda a vermelho vivo. O aroma é intenso, exuberante e muito floral, apresentando notas de esteva rodeada de frutos silvestres como cássis e menta, e algumas notas de madeira muito bem integradas, finas e elegantes. No paladar, a entrada é fresca e frutada; destaca-se a cereja, bem madura, e amora silvestre, muito elegante. Macio e aveludado, apresenta taninos suaves, muito bem equilibrados com a acidez, proporcionando-lhe complexidade e longevidade. O final de boca é longo e muito saboroso.
Com um PVP recomendado de € 15,00, o ‘Museu Coa by Lavradores de Feitoria tinto 2009’ pode ser adquirido no Museu do Côa (em primeira mão a partir de hoje, dia 19 de Outubro, data em que tem início o 1.º Festival do Vinho do Douro Superior), mas também em garrafeiras e lojas seleccionadas em todo o país.

A rocha 6 da Penascosa e o rótulo ‘Museu Coa by Lavradores de Feitoria’

A concepção gráfica do rótulo do ‘Museu Coa by Lavradores de Feitoria’ foi inspirada numa das cabras materializada na rocha 6 da Penascosa, sendo a cabra um dos quatro temas zoomórficos fundamentais mais figurados na arte paleolítica do Côa – juntamente com o cavalo, o auroque e os cervídeos.

A rocha 6 da Penascosa é um painel vertical xisto-gauváquico, com uma superfície relativamente lisa, que guarda algumas gravuras da época Gravettense (+/-25.000 - +/-18.000 anos antes do presente), o mais antigo período da arte paleolítica do Côa. Dois cavalos e duas cabras surgem aqui associados, gravados por picotagem profunda e sobrepostos entre si. Há ainda um terceiro cavalo figurado mais à esquerda do painel. Todas estas figuras estão representadas em perfil absoluto, como que vogando num espaço etéreo, sem representação de solo. Embora ao ar livre, a profundidade dos traços originais destas gravuras ainda hoje permite a sua boa visualização.

Sobre a Lavradores de Feitoria:
Fundado no ano 2000 num compromisso declarado com a excelência, um grupo de 15 produtores, proprietários de 18 quintas distribuídas pelos melhores terroirs das três sub-regiões do Douro (Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior), associou, pela primeira vez no Douro, saberes e experiências, passado e futuro, inovação e tradição para partilhar recursos e criar sinergias de forma a conseguir o que sozinhos não conseguiriam: produzir Vinhos de elevada qualidade. A Lavradores de Feitoria procura criar vinhos equilibrados, elegantes e com potencial de envelhecimento, em sintonia com melhor que o Douro pode dar, quer estejamos perante os seus vinhos “de Lote” ou “de Quinta”. Feitos a partir de uma rigorosa selecção das uvas das diversas quintas, obtêm-se “Vinhos de Lote” que revelam a complexidade e a riqueza dos vinhos do Douro. Produzidos apenas com uvas da Quinta de origem, os “Vinhos de Quinta” pretendem ser o espelho do seu terroir; estes vinhos são assim fiéis à sua Quinta e diferentes entre si.

Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP
(joanapratas.com@gmail.com; 91 459 11 19 ou 93 779 00 05)