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domingo, 24 de fevereiro de 2013

Real Companhia Velha com novas colheitas de Sauvignon Blanc e Touriga Nacional


Dois monocastas da Quinta de Cidrô


 
A Real Companhia Velha tem novidades no que toca a dois dos seus vinhos estremes. Se, por um lado, estamos perante um branco feito a partir de uma casta internacional, no pólo oposto está um tinto originário daquela que é considerada a casta bandeira do nosso país. Falamos, respectivamente, do ‘Quinta de Cidrô Sauvignon Blanc 2012’ e do ‘Quinta de Cidrô Touriga Nacional 2010’, ambos monocastas provenientes das vinhas da Quinta de Cidrô, propriedade situada em São João da Pesqueira e considerada como um modelo de experimentação vitivinícola para toda a região.

O ‘Quinta de Cidrô Sauvignon Blanc 2012’ é um vinho fresco e desinibido, que alia o melhor de dois mundos: a concentração e a potência do Douro com a elegância e carácter desta reconhecida variedade de casta francesa. Num casamento perfeito com ostras, é contudo um vinho extremamente versátil e que, por isso mesmo, funciona bem tanto como aperitivo, como para acompanhar qualquer prato de peixe, marisco, carnes brancas, pastas ou saladas.

Produzido a partir de parcelas de vinhas seleccionadas, o ‘Quinta de Cidrô Touriga Nacional tinto 2010’ é um vinho complexo e com grande carácter varietal, aromas a frutos vermelhos e acentuadas notas florais. Embora intenso e expressivo, revela-se um vinho fresco e elegante, que dá imensa satisfação enquanto jovem e vibrante, sem contudo deixar de surpreender quem opte por aguardar a evolução em garrafa.

Preços de venda ao público recomendados
Quinta de Cidrô Sauvignon Blanc 2012: € 7,00
Quinta de Cidrô Touriga Nacional 2010: € 14,00











Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP
(joanapratas@joanapratas.com; 91 459 11 19 ou 93 779 00 05)

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

‘Porça de Murça tinto 2009’ no “Top 100 Best Buys 2012’ da Wine Enthusiast | Nota de imprensa


Vinho da Real Companhia Velha foi ‘Monthly Best Buy’ em Fevereiro


A Real Companhia Velha – produtora de vinhos do Porto e Douro fundada por alvará régio de El-Rei D. José I em 1756 e a mais antiga empresa portuguesa – vê o seu ‘Porça de Murça tinto 2009’ integrar a lista anual dos cem melhores vinhos aos preços mais acessíveis (“Top 100 Best Buys 2012”) da conceituada revista norte-americana Wine Enthusiast.

Esta é a segunda vez em 2012 que este vinho é distinguido pela Wine Enthusiast, já que na edição de Fevereiro foi eleito como uma das melhores compras (“Monthly Best Buy”) no patamar de vinhos até 10 dólares. Este é aliás o seu preço de venda no mercado americano, o que corresponde a cerca de € 7,50.

Ao fazer esta selecção, a Wine Enthusiast pretende facilitar a vida aos enófilos, ajudando-os a encontrar os néctares com a melhor relação qualidade / preço disponíveis no mercado. Todos os vinhos do “Top 100 Best Buys 2012” podem ser adquiridos a um preço igual ou inferior a 15 dólares. Segundo a publicação, a actual lista é uma das mais diversificadas e entusiasmantes já publicadas, o que revela a "incrível variedade de vinhos de alta qualidade [e de regiões como Portugal, América do Norte, Austrália, Argentina, Espanha e França] que estão, actualmente, disponíveis a preços muito acessíveis".

De recordar que a marca ‘Porca de Murça’ – oficialmente lançada em 1928 – foi a mais vendida no universo de vinhos do Douro em 2011, tendo superado o patamar dos três milhões de garrafas, com o mercado internacional a contribuir em muito para este feito.


Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP
(joanapratas@joanapratas.com; 91 459 11 19 ou 93 779 00 05)

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Técnicos da Real Companhia Velha convidados para falar sobre “o vinho Douro DOC para além das Tourigas” | Nota de imprensa


Durante o 1.º Festival do Vinho do Douro Superior


  • Real Companhia Velha celebra 20 anos de inovação e experimentação vitivinícola
  • Companhia põe à prova quatro inovadores vinhos em estreme

Realiza-se em Vila Nova de Foz Côa, entre os dias 19 e 21 de Outubro, o 1.º Festival do Vinho do Douro Superior, no qual está integrado o colóquio sobre o tema “A vinha e o vinho do Douro, o desafio da qualidade”. O mesmo vai decorrer no primeiro dia e tem como oradores convidados – entre outros – os técnicos da Real Companhia Velha Jorge Moreira (Director de Enologia e da Fine Wine Division) e Rui Soares (Responsável de Viticultura das Quintas de Cidrô e dos Aciprestes), que vão falar sobre “o vinho Douro DOC para além das Tourigas”, num painel com início às 16h00.

Para terminar o dia em grande, segue-se uma inovadora prova de vinhos em estreme da Companhia: Bastardo, Cornifesto, Rufete e Tinta Francisca. Destes, só a experiência feita com a casta Rufete já chegou mercado, tendo sido lançado no Verão o ‘Real Companhia Velha | Séries Rufete tinto 2010’.

A Real Companhia Velha – produtora de vinhos do Porto e Douro fundada por alvará régio de El-Rei D. José I em 1756 e a mais antiga empresa portuguesa – vai assim dar o seu contributo no que toca à forte aposta que tem vindo a fazer, ao longo dos últimos 20 anos, em inovação e experimentação vitivinícola. Em 1992 começava na Quinta de Cidrô e, posterior e gradualmente, nas Quintas dos Aciprestes, das Carvalhas, do Casal da Granja e do Síbio, uma nova era de viticultura – com introdução de castas estrangeiras (Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Chardonnay, Gewürztraminer, Pinot Noir, Sauvignon Blanc, Semillon e Viognier) e nacionais “fora do circuito” (Alvarinho, Bastardo, Cercial, Cornifesto, Malvasia Preta, Moscatel Roxo, Rufete, Sousão, Tinta Francisca, Touriga Branca, entre outras), plantação de vinhas em sistema vertical aplicada em grande escala e plantação de talhões monocasta –, que culminou com a também nova era de vinhos, aquando da criação, em 1996, da Fine Wine Division da Real Companhia Velha.


Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP
(joanapratas@joanapratas.com; 91 459 11 19 ou 93 779 00 05)

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

SÉRIES RUFETE | REAL COMPANHIA VELHA

SERIES | EDIÇÃO DA CASTA RUFETE

Há uns dias atrás recebi um comunicado de imprensa sobre as novas edições da Real Companhia Velha: SERIES  elaborado com base na casta RUFETE.

Fiquei curiosa e, para minha alegria, não é que num daqueles piqueniques próprios desta época do ano, no meio do campo, com banhos de "tanque" à mistura e umas sardinhas a sair do grelhador, um amigo tira da sua "cartola" um SERIES RUFETE. Comentava "estive no Douro e provei este vinho, gostei e achei ideal para esta nossa sardinhada"!

Não fosse indicação expressa no rótulo de que este vinho acompanha perfeitamente com umas sardinhas assadas e, que deve ser bebido a 10ºC, este tinto é realmente diferente.

Contemplações à parte...

A edição SERIES, da Real Companhia Velha, pretende dar a conhecer novas formas de produzir e mostrar aos consumidores, as capacidades e potencialidades enológicas das diferentes castas autóctones  da região do Douro. Para tal criou uma "série" de ensaios e experimentações distintas, obtendo vinhos de carácter também ele, distinto.

Um pouco sobre a casta:

Fonte: IVV
A casta Rufete, é tradicionalmente utilizada nas regiões da Beira Interior, Dão e Douro. É uma casta difícil sob o ponto de vista vitícola, com baixas produções, irregular nas mesmas e, com uma enorme sensibilidade a doenças, nomeadamente ao oídio e podridão. Sob o ponto de vista nutricional, é bastante sensível ao déficit de magnésio e potássio, desavinhando com alguma frequência.

É geralmente utilizada em lote e na produção de rosés, revelando-se aberta de cor, aromática, libertando suaves aromas florais e vegetais e de estrutura ligeira.

O Vinho SERIES RUFETE:

O vinho não fugiu muito às caraterísticas apresentadas da casta.

De um rubi aberto, os aromas libertados são em grande parte herbáceos. Provado a 10 ºC, o aconselhado pelo produtor, é normal que muitos dos aromas mais discretos e suaves, ficassem retidos no interior do copo, nunca se revelando.

Na boca marcou pela acidez e pelos toques herbáceos, fresco, acídulo, estrutura e persistência média.

Considerei-o pouco consensual. Se por um lado, é um vinho fresco, suave e que efetivamente combinou na perfeição com as ditas sardinhas, tem que ser encarado como um vinho distinto, com caraterísticas peculiares e deve ser sempre encarado dessa forma. Para os mais distraídos ou mais conservadores, poderá não se encaixar no perfil de agradável.

Eu gostei do vinho, é diferente, com personalidade distinta e adequado a uma bela tarde de churrasco ou sardinhada. Substitui um branco ou um rosé, mas não substitui um tinto.