sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Prémios W: As escolhas de Aníbal Coutinho premeiam a fileira do vinho português


“Os Prémios W são as primeiras escolhas de excelência do ano que agora finda e marcam, com a irreverência da sua apresentação online e ambientalmente ganhadora, a tradicional fileira do vinho português.”



Foram já anunciados os vencedores dos primeiros prémios do ano para o sector vitivinícola nacional. 

Pode ver a gala online em:


Numa gala online, o formador e crítico de vinhos Aníbal Coutinho revelou no último Domingo os galardoados da 5.ª edição dos Prémios W, que sensível às tendências tecnológicas se afirmou desde 2010 como o primeiro concurso online do sector.
Analisando o que de melhor se faz nas várias áreas do sector durante o ano de 2012, semanalmente o crítico propôs aos leitores da sua newsletter electrónica uma selecção das 10 melhores referências relativas a um determinado tema do mundo dos vinhos. Um conjunto de 19 categorias, entre elas o Melhor Vinho, Melhor Enoturismo, Melhor Serviço de Vinhos em Restaurante, Melhor Produtor, e a novidade desta edição, o Melhor Blog do Ano, culminaram na gala online, disponível no site www.w-anibal.com, em que Aníbal Coutinho nomeou as 19 entidades que se destacaram pela qualidade dos seus produtos e actos durante o ano.
A 5.ª edição dos Prémios W contou com o patrocínio exclusivo da Corticeira Amorim – líder mundial na indústria da cortiça – que se associou a este concurso pelo que este representa “no reconhecimento público do trabalho árduo das caves nacionais, que é sempre algo a que nos queremos associar. Que esse reconhecimento seja feito através de uma newsletter que já marca o panorama nacional da crítica de vinhos e que é mais um factor positivo para nós e para muitos dos nossos clientes aqui destacados”, referiu Arménio Costa, responsável comercial pelo mercado ibérico desta empresa.
“Estar na vanguarda e acompanhar as necessidades da fileira é uma prioridade, sobretudo no que respeita ao comportamento do novo consumidor de vinho, que cada vez mais procura no online aconselhamento e informação sobre os vinhos a comprar, onde comer e as adegas a visitar”, explica Aníbal Coutinho. “Os Prémios W são as primeiras escolhas de excelência do ano que agora finda e marcam, com a irreverência da sua apresentação online e ambientalmente ganhadora, a tradicional fileira do vinho português” acrescenta.
Já apelidada de “a gala de vinhos não poluente”, a cerimónia alia à sua vertente tecnológica um outro mote, o ambiental. É que “não há necessidade de deslocações, de papéis ou de fatos especiais, onde a capacidade de propagação deixa de ter um impacto negativo no meio ambiente”. Os Prémios W foram, nas edições de 2008 e 2009, publicados na Revista NS (Notícias Sábado) e passaram nas últimas três edições para o online.

Vencedores dos W Awards 2012:

Melhor Indicação Geográfica Protegida (Vinho Regional) – IG Península de Setúbal
Melhor Denominação de Origem Protegida – DO Vinho Verde
Melhor Enoturismo sem Estadia - José Maria da Fonseca, Azeitão
Melhor Enoturismo com Estadia – Quinta do Vallado, Peso da Régua
Melhor Serviço de Vinhos em Restaurante de Rua – Ferrugem, Portela, Vila Nova de Famalicão
Melhor Serviço de Vinhos em Restaurante Integrado – Gourmet Restaurant, The Yeatman, Vila Nova de Gaia
Melhor Produtor de Vinhos Tranquilos (vinho diário) – Bacalhôa/Aliança, Quinta do Carmo
Melhor Produtor de Vinhos Tranquilos (vinho de calendário) – Fundação Eugénio de Almeida
Melhor Produtor de Vinhos Fortificados – Sogevinus
Melhor Produtor de Vinhos Efervescentes – Murganheira/Raposeira
Melhor Vinho Tranquilo Branco – Muros de Melgaço, Alvarinho, DO Vinho Verde (Monção e Melgaço) 2011
Melhor Vinho Tranquilo Rosé – Dona Maria, IG Alentejano, 2011
Melhor Vinho Tranquilo Tinto – Quinta do Vale Meão, DO Douro, 2010
Melhor Vinho Fortificado – Ramos Pinto, Late Bottled Vintage, DO Porto, 2007
Melhor Jovem Enólogo – Martta Simões, Quinta da Alorna
Melhor Enólogo – João Nicolau de Almeida (Ramos Pinto)
Blog do Ano - copod3.blogspot.pt
Acontecimento do Ano – Mondial Bruxelles em Guimarães Capital da Cultura
Personalidade do Ano – Alfredo Rente (Presidente Opal)


Caso necessite de informações adicionais, por favor não hesite em contactar:
Ema Pimenta | Tlm. (+351) 960 478 884 | E-mail: ema.pimenta@aquiabeira.net

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

MONTE DAS SERVAS | ESCOLHA | TINTO 2010






Da família Serrano Mira, a Herdade das Servas é actualmente um ícone dos vinhos do Alentejo.
Conhecidos e apreciados pelos consumidores nacionais e estrangeiros a Herdade das Servas, marca pela qualidade, originalidade e pró-actividade em actividades relacionadas com o vinho.

A sua herdade, numa das mais nobre regiões do Alentejo- Estremoz, ocupa uma área de cerca de 200 hectares de vinha de idades que variam entre os 20 e 60 anos. Esta variabilidade e constante modernização, que na vinha quer ao nível da adega e vinificação permite a elaboração de vinhos com características bastante distintas e que satisfazem a todos os gostos.






MONTE DAS SERVAS ESCOLHA 2010







Vinho tinto elaborado a partir das castas Aragonez, Trincadeira Alicante Bouschet, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon, este tinto veste de cor rubi carregado. Libertas suaves fragrâncias a  frutos vermelhos, um ligeiro toque vegetal e um muito ligeiro pimento verde. Na boca apresenta-se bem integrado  de taninos estruturados, ligeiros, onde sobressaem apontamentos frutados e vegetais. Permanece num agradável final de boca, leve e gracioso.

Castas: Aragonez, Trincadeira Alicante Bouschet, Touriga Nacional e Cabernet Sauvignon.

Grau alcoólico: 14%
Produtor: Serrano Mira | Herdade das Servas
Contactos: herdadedasservas.com

MONTE DA CAL

MONTE DA CAL 



A Dão Sul, com adegas espalhadas por várias regiões vitivinícolas, inclusivamente no Brasil, fez uma aposta arrojada e bem sucedida no Alentejo. A comprovar estão os vinhos do "Monte da Cal", nascidos da mais de uma centena de hectares espalhados pelas vastas planícies do Alto Alentejo, bem perto de Fronteira, a cerca de 35 km de Portalegre.

Aqui são privilegiados os encepamentos tintos, ocupando grande parte da área de vinha, onde se destacam as castas: Aragonez, Alicante Bouchet, Touriga Nacional, Alfrocheiro, Syrah, Merlot e Trincadeira. Daqui nascem os vinhos "Monte da Cal", nas versões: colheita, reserva e monocastas, bem como a "Vinha Saturnino".
Das castas brancas e as mais antigas da casa podemos encontrar o Antão Vaz e o Arinto, fazendo actualmente parte do encepamento outro conjunto de castas que vêem marcando posição na escolha do produtor.


Monte da Cal 2009



Vinho de cor granada escuro com ligeiros laivos acastanhados, liberta suaves apontamentos a fumo e a frutos silvestres. Na boca revela-se bem estruturado, suave, taninos macios, destacando-se notas de compotas de frutos silvestres, e um ligeiro fumado no final de boca.
Suave, equilibrado e bem estruturado, deixa um final de boca agradável e não muito marcante.
É um vinho fácil de gostar, não demasiado complexo e macio.

Castas: Touriga Nacional, Aragonez, Alfrocheiro e Alicante Bouschet

Ano: 2009

Grau alcoólico: 13,5%

Produtor: Dão Sul

Prémios: Mundus Vini 2012

Contactos:
www.daosul.com



sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Vídeo - A agricultura


A importância da agricultura explicada de uma forma muito simples mas, bem elaborada, para que as nossas crianças aprendam desde cedo, que a agricultura é a base de sustentação da Humanidade.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

‘Grandjó’: marca de vinhos da Real Companhia Velha celebra 100 anos | Nota de imprensa


Rui Paula associa-se à efeméride e cria menu para jantar vínico no dia 20



·         É esta a marca de vinhos do Douro mais antiga do país

A marca de vinhos ‘Grandjó’, nascida na Granja de Alijó e pertença da Real Companhia Velha, está de parabéns, uma vez que acaba de completar 100 anos, sendo por isso a marca de vinhos do Douro mais antiga do país. A Real Companhia Velha lançou o desafio e o Chefe Rui Paula aceitou: criar um menu vínico (1) em que as duas referências da marca – ‘Grandjó Late Harvest’ e ‘Grandjó Meio Doce’ – vão estar em destaque. O jantar acontece já na quinta-feira, dia 20 de Dezembro, no restaurante DOP, no Porto.

A escolha do Chefe Rui Paula não foi ao acaso… Surgiu porque é um homem do Douro com grande afinidade com a zona de Alijó: é natural do Porto, mas foi neste concelho duriense – nas férias passadas em casa da família – que desenvolveu, desde cedo, o gosto pela cozinha, influenciado pela forte ligação à sua avó materna e às comidas que esta preparava baseadas em receitas antigas e no uso dos produtos da terra.

Grandjó: uma marca com história e relevo para a região; um vinho nobre e peculiar

Embora a marca ‘Grandjó’ tenha sido registada em 1912, há registos “não oficiais” que indicam que a sua existência é anterior a esta data. No livro “Vinificação Moderna” (de Pedro Bravo e Duarte Oliveira), que data de 1925, é feita referência ao ‘Grandjó’ como existente desde 1910. Nesta obra é enfatizado o facto de o aparecimento deste vinho na região de Alijó ter sido uma ideia de grande mérito, pois é uma zona onde se produzem essencialmente vinhos brancos DOC Douro e alguns generosos (Porto e Moscatel). Sendo uma região não vocacionada para tintos – os mais consumidos e vendidos em todo o mundo – torna-se evidente a limitação que esta dependência trás à região. O ‘Grandjó’, nomeadamente o late harvest, é portanto um vinho de grande qualidade, nobreza e importância para esta região.

Pedro Bravo e Duarte de Oliveira concluíram mesmo que este néctar se pode equiparar ao Porto Vintage das terras mais prestigiadas do Douro, o que faz do ‘Grandjó Late Harvest’ o “Vintage das terras altas”!

A Real Companhia Velha é proprietária de uma significativa extensão de vinhas – que atinge os 160 hectares – na região de Alijó: a denominada Quinta do Casal da Granja. O nome ‘Grandjó’ surgiu por causa do nome do lugar onde são cultivadas as uvas que lhe dão origem: Granja de Alijó.

A marca ‘Grandjó’ possui, actualmente, duas referências: meio doce branco e late harvest, sendo este último o mais parecido com o vinho original. O ‘Grandjó Late Harvest’ é feito a partir de uvas da casta Boal (sinonímia da francesa Semillon). As uvas são colhidas no final da época das vindimas, normalmente a partir de meados de Outubro [este ano as vindimas estenderam-se ao mês de Dezembro], após o aparecimento das primeiras chuvas de Outono. A ocorrência da precipitação conjugada com a topografia do local – planalto de Alijó, bem acima do rio Douro – favorece o aparecimento de neblinas matinais e elevada humidade relativa do ar, facilitando o aparecimento da podridão nos bagos. São efectuadas várias passagens nos seis hectares de vinha existentes, colhendo-se de cada vez apenas as uvas afectadas pelo fungo Botrytis cinérea – fenómeno natural vulgarmente designado por podridão nobre – que apresentam bagos de reduzido tamanho, fortemente desidratados e com elevada concentração de açúcares.

Na adega, obtém-se um vinho doce natural, glicérico, saboroso e longo, cuja fermentação não é terminada devido à riqueza de açúcares do bago. No nariz, salientam-se aromas intensos de alperce seco, passas, mel e uma nuance de madeira proveniente do estágio parcial em barricas novas durante oito meses. Na prova, o vinho enche o paladar com uma doçura volumosa que leva os sabores correspondentes ao nariz a um final de prova persistente. Pela graça de uma acidez forte esta combinação de néctar doce e cornucópia de sabores acaba por deixar o paladar refrescado e limpo.

A produção deste género de vinhos a nível mundial é muito reduzida, destacando-se a região de Sauternes, em França. Outras regiões produtoras de vinhos efectuados com uvas botritizadas são Tokay (Hungria), Reno e Mosel (Alemanha) e pequenas regiões da Áustria. Em Portugal, começam agora a aparecer mais produtos desta natureza.

(1)        
Jantar Vínico | 100 Anos ‘Grandjó’ | Restaurante DOP
Quinta-feira, dia 20 de Dezembro de 2012
Palácio das Artes, Largo de S. Domingos, 18, Porto

MENU
Fois gras | Grandjó Late Harvest
Sashimi de Dourada com molho cítrico | Grandjó Meio Doce branco
Sushi | Quinta de Cidrô Gewürztraminer branco
Barriga de Leitão com batata Galette e molho de cidra  | Carvalhas tinto  
A lima e os frutos vermelhos | Grandjó Late Harvest

Preço: € 50,00
Reservas: 22 201 43 13 | 91 001 40 41 | dop@ruipaula.com





Para mais informações, contactar, por favor:
Joana Pratas | Consultoria em Comunicação e RP
(joanapratas@joanapratas.com; 91 459 11 19 ou 93 779 00 05)